Viajante pode ter uma experiência mais natural

Em uma viagem existem vários recursos tecnológicos disponíveis para facilitar aquela informação básica sobre roteiros, hospedagens e transporte. No entanto, quando um viajante está mergulhado nas facilidades que a tecnologia oferece, acaba esquecendo de um fator primordial para a experiência de sua viagem: o contato humano.

É comum as pessoas estarem tão acostumadas “a jogar no Google” as informações que precisam, que muitas vezes permanecem um em ciclo interminável do uso da tecnologia. É inegável que a acessibilidade das informações e da precisão delas por muitas vezes são maiores do que aquelas que um morador local pode dar, mas elas não tem um item fundamental que muda toda a história: o contato com uma pessoa real e as histórias que têm para contar.

Quem vai viajar deveria tentar deixar de lado o tanto de suporte que existe na internet e se informar com as pessoas presentes. Além disso, seria legal também se desconectar das redes sociais e viver de forma mais orgânica, conversar. Nada de mapas digitais e derivados, o bom e velho mapa impresso é uma boa forma de descobrir lugares incríveis também.

Se permitir um contato menos virtual com as possibilidades pode trazer experiências únicas que valem mais que as virtuais. Deixar de olhar cada recomendação para depois decidir qual restaurante ou lanchonete ir também é uma forma mais natural de conhecer uma região. Não se deixar totalmente influenciado pelos lugares que estão dando o que falar e pelas recomendações imperdíveis é permitir que a espontaneidade e a surpresa não sejam ofuscadas pela expectativa.

As pessoas locais em geral conhecem sobre algum assunto em especial que podem dar um toque totalmente diferente para um visitante. Conversar e passar um tempo com alguém da região é entender um pouco mais da cultura local.

Outra forma de ter mais naturalidade numa viagem é simplesmente se deixar levar pela intuição. Passear simplesmente por passear numa rua, poderá fazer o turista descobrir oportunidades que não encontraria se estivesse passando por um local apenas porque era o caminho do itinerário turístico. É lógico que não são todas as viagens que precisam ser assim, mas de vez em quando fazer isso faz bem.