O retrato da carceragem brasileira pós-caos

Em meio à chacina nos presídios do Amazonas e de Roraima, amplamente noticiados na última semana, e que chocou todo o povo brasileiro, a pergunta que fica no ar é: será que o nosso sistema penitenciário é eficiente? Quais são os problemas enfrentados por este setor?

Relembre os casos

Segundo o site G1 noticiou, uma rebelião iniciada no primeiro dia do ano de 2017 acarretou no assassinato de sessenta detentos, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, o maior presídio de Manaus. O motim foi o confronto entre duas facções criminosas, que só foi controlada no dia seguinte.

Durante a rebelião, que durou 16 horas, dentre os mortos, muitos foram decapitados e esquartejados. Vários agentes penitenciários foram feitos reféns, tendo sido todos totalmente liberados somente no dia seguinte.

Antes dessa rebelião, ainda, em um outro presídio de Manaus, foi registrado uma fuga em massa, na qual 116 presos conseguiram fugir, segundo a Polícia Militar.

Na mesma semana, no dia 06 de janeiro, G1 também noticiou que pelo menos 33 presos morreram durante a madrugada na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, a maior de Roraima. Apesar de informarem que a situação estava sob controle na unidade, o estado do Amazonas emitiu alerta para o estado de Roraima, no intuito de avisar possíveis confrontos entre presos nas unidades do estado.

Situação carcerária brasileira

Condições precárias, prisões superlotadas, e suspeitas de regalias de detentos em plena luz do dia. A situação das prisões no Brasil não é boa, e já é notório há muito tempo. Algumas unidades tem até mesmo esgoto correndo a céu aberto no pátio do presídio. Outros pecam pela falta de separação de presos pelo grau de periculosidade e/ou tipo de delito cometido.

Percebe-se que os governantes brasileiros perderam o controle da situação, pois até mesmo a segurança dentro e fora dos presídios é questionável.

Infelizmente, hoje, assim é nosso sistema, pautado em inúmeras promessas sem solução. Em contrapartida, o Congresso Nacional tem cedido à pressão da área de Direitos Humanos do Governo Federal, instituindo leis que cada vez mais afrouxam o Código Penal, mas principalmente a Lei de Execuções Penais.

Com isso, cada vez mais os privilégios foram pouco a pouco incorporados ao rol de direitos mínimos que todo recluso tem de ter, a ponto de inibir o exercício da autoridade pública. O excesso de direitos eliminou a disciplina presidiária.

Os presos cada vez mais comandam os presídios, e se medidas não forem tomadas urgente, com certeza em um futuro muito próximo, estaremos em meio a uma possível guerra civil.

 

Marcio Alaor do BMG reporta aos demitidos que parcela do seguro-desemprego subiu 6,58%

Para a surpresa de muitos dos trabalhadores, principalmente os que estão em situação de quase demissão devido à crise ou os que já foram demitidos recentemente (sem justa causa, claro), foi então anunciado pelo Ministério do Trabalho, na segunda sexta-feira de 2017, mais precisamente no dia 13 de janeiro, a elevação do valor da maior parcela do seguro-desemprego, em R$ 101,48. E, como claramente se nota, a boa notícia chegou justamente numa sexta-feira 13, dia que muitos acreditam trazer azar, bem ressalta o executivo do Grupo BMG, Marcio Alaor.

 

Com esse aumento significativo, a parcela de maior valor do seguro-desemprego, quantia de R$ 1.542,24, costumeiramente paga a trabalhadores que ganhavam um salário mais alto, passou a ser de R$ 1.643,72, valendo então para todo o ano de 2017. Mas, para uma melhor compreensão desse aumento, o executivo do BMG, Marcio Alaor faz questão de lembrar a todos que esse é um reajuste padrão, ou seja, que todos os anos é feito o mesmo com as parcelas do seguro-desemprego, seguindo sempre a variação do INPC (sigla que significa Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior.

Esse mesmo índice, que serve como referência para o reajuste dos benefícios previdenciários, reporta Marcio Alaor do BMG, baseado em informações fornecidas no dia 11 de janeiro deste ano, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulou alta no último ano, um total de 6,58%. Assim, diante desse resultado percentual, pôde-se também concluir que, em 20 anos sem conseguir-se isso, finalmente o reajuste das aposentadorias e benefícios do INSS, dados a quem ganha acima de 1 salário mínimo, superará o aumento do salário mínimo, que, vale lembrar, passou de R$ 880 para R$ 937, um reajuste de exatos 6,48%.

E mais foi dito pelo Ministério do Trabalho, como bem pontua o executivo do BMG, Marcio Alaor, posto que deram a correção como válida, não só para os benefícios que são pagos aos brasileiros demitidos sem justa causa, mas também para aqueles que tiveram o contrato de trabalho suspenso (lay-off), os trabalhadores resgatados em condições análogas à de escravo e também os pescadores artesanais em período de defeso.

Por fim, Marcio Alaor do BMG traz a explicação que é dada para a forma como é estabelecido o valor do seguro-desemprego, assim encerrando qualquer possível curiosidade sobre. Segundo explica o próprio ministério, define-se esse valor do seguro-desemprego com base em uma tabela que contém três faixas salariais, sendo a primeira dos que vão até o valor de R$ 1.450,23; já a segunda faixa contém os salários que estão entre R$ 1.450,24 e R$ 2.417,29; por fim, na terceira estão os salários situados acima do valor de R$ 2.417,29. E então, dessa forma vista, é quem se enquadra nesta faixa mais alta, que, por consequência e proporcionalidade, receberá então o valor mais alto do benefício aqui discutido. Ressalta-se ainda, dada a pertinência, ser o valor mínimo do benefício sempre o equivalente a um salário mínimo no respectivo momento em que é dado. O mesmo mínimo que, por sua vez, também aumentou recentemente, só que em R$ 57.

A realidade sombria da cultura do estupro

 

Uma menina de apenas 11 anos de idade foi estuprada violentamente por 5 homens, sendo um de 20 anos e 4 menores. O crime ocorreu no dia 10 de janeiro no recanto das emas- DF.

John Krakauer em sua obra “Missoula”, já alertava para a cultura mundial do estrupo e a impunidade, e o risco dessas atitudes para a sociedade. O estupro da criança de 11 anos foi filmado pelos criminosos.

O fato de ser estuprada por si só já é suficiente para gerar na vítima um sentimento de culpa, de responsabilidade por está naquela situação, e em geral a resposta das autoridades é ineficaz, inadequada e demorada, levando muitas das vezes as vítimas ao suicídio, exemplo disso é o estupro que ocorreu recentemente, uma jovem foi estuprada por 33 homens em uma comunidade no Estado do Rio de Janeiro.

A realidade do estupro na cidades do interior do Amazonas é muito mais alarmante do que se pode imaginar, é comum que grupos em destaques nas comunidades promovam festas, e eventas com a finalidade unica de obter sexo sem restrições.

john Krakauer em sua obra relata acontecimentos que ocorreram na Universidade de Missoula, nos Estados Unidos, no entato essa realidade está mais próxima de nós do que imaginamos.

As festas organizadas nas universidades brasileiras, em sua maioria nas universidades públicas, mas não somente nelas, são berços para que esses agressores sexuais se especializem. Festas regadas com drogas e álcool, o ambiente universitário descontraído e informal tornas as jovens em presas fáceis.

Estudos comprovam que uma pequena quantidade de agressores são responsáveis por um grande número de vítimas, desse modo, os crimes sexuais cometidos em ambientes como os descritos acima, em sua maioria, não são levados ao conhecimento das autoridades, servindo de laboratório para a especialização dos agressores.

O sexo sem consentimento é entendido como estupro, o tabu a ser é quebrado é em que momento esse consentimento pode ser dado ou retirado. Uma jovem altamente embriagada é capaz de dar ou retirar seu consentimento para realização do ato sexual? O jovem que realizar ato sexual sem consentimento da parceira estando alcoolizado é um criminoso?

A realidade é que enquanto a sociedade brasileira continuar banalizando a sexualidade, e o Estado permanecer ausente na educação e saúde, a cultura do estupro continuará crescendo, muitas vezes sem nem sequer o agressor ter a consciência de que o ato que está praticando é um crime, é estupro.

No verão, é preciso pensar nos mosquitos, ou melhor, como evita-los. Confira.

Com a chegada do verão, também vem a chegada, em maior número, dos desagradáveis pernilongos, borrachudos e Aedes aegypti. Bom, como Brasil encontra-se em meio a uma crise em relação às doenças como zika, dengue e chikungunya, transmitidas pelo Aedes, nunca é demais informar-se sobre as melhores formas de prevenção. Dito isso, vamos lá.

Para começar, vale salientar que os pernilongos, presentes em regiões tropicais e subtropicais de todo o planeta, são diferentes do Aedes aegypti e dos borrachudos em relação ao ciclo de vida, habitat e anatomia. Desta forma, sabe-se que nem tudo que é eficaz para repelir um deles, também será eficaz para o outro.

Por exemplo, de acordo com a Agência Nacional de Saúde (Anvisa, existem apenas três princípios ativos registrados nos repelentes industriais: o DEET (n,n-Dietil-meta-toluamida), o IR3535 e a Icaridina. A infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Nancy Bellei, explica que esses três compostos químicos são eficientes no combate aos pernilongos e aos borrachudos. Contra o Aedes aegypti, porém, apenas os químicos à base de icaridina são eficazes.

Mas quando a questão é em relação à dúvida – repelentes ou inseticidas? – os especialistas alertam: “o repelente não resolve o problema”, ele só vai afastar o mosquito, mas não vai matar, destaca o entomologista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rafael Freitas.

Os inseticidas, por sua vez, são normalmente encontrados em formatos de aerossol e tem como princípio ativo a permetrina. “Geralmente, essas latas que vendem em supermercados são inseticidas, para matar. E a gente tem os fumacês que também servem para matar os pernilongos. O resto, citronela, cravo, borra de café, são repelentes.”, aponta Freitas.

Também acredita-se que dois equipamentos podem ser usados contra as desagradáveis criaturas, o ventilador e o ar-condicionado. Há quem use o ventilador para repelir os mosquitos, visto que o vento criado pelo aparelho atrapalha o voo dos insetos. No entanto, obviamente, essa solução é apenas uma solução pontual. Para o entomologista Fiocruz, contudo, a utilização do ar-condicionado, pode ser, de certa forma, funcional, já que, de acordo com ele, “os mosquitos ficam menos agitados nas temperaturas mais frias”. O ideal seria manter a temperatura entre 16ºC e 18ºC.

 

Recomendações para crianças e gestantes

 

Para as crianças: a dermatologista Carolina Marçon ressalta que a pele das crianças é mais fina e, por isso, as substâncias acabam penetrando mais. Desta forma, o uso de repelentes deve ser moderado. Ela ainda explica que esses produtos são indicados apenas para crianças acima de dois anos. Ainda assim, ele deve ser próprio para crianças, que é menos tóxico.

 

Para as gestantes: A Anvisa recomenda que gestantes que estão entre o primeiro e o terceiro mês de gravidez usem repelentes à base de DEET. Esses, entretanto, não são recomendados para crianças menores de 2 anos.

 

É preciso mais do que repelir

O ideal mesmo é eliminar os criadouros dos mosquitos. No caso do Aedes aegypti, a solução é evitar o acúmulo de água parada. Os pernilongos, por sua vez, colocam seus ovos em coleções de água com grande quantidade de matéria orgânica, sobressai Rafael Freitas. Já para os borrachudos, o entomologista salienta que “existem compostos químicos que são como larvicidas especificamente usados para combate a larvas de borrachudos”.

 

 

 

 

Para Nizan Guanaes, se aposentar é cafona.

Renomado empresário e publicitário brasileiro, Nizan Guanaes, homem de espirito empreendedor que permanece constantemente ativo, inovando, criando e reinventando, é sinônimo de lições importantes para empreendedores. Ele que no final do mês de novembro em 2015, prestou esclarecimentos sobre a venda do conceituado Grupo ABC para a Omnicom, deixando claro que tem planos traçados e que não pretende de maneira alguma ficar parado.

 

A vendo do Grupo ABC foi considerada a maior venda realizada no mercado de propagando do Brasil, arrecadando 1 bilhão de reais pela sua venda. O Grupo ABC fundado em 2002 por Nizan Guanaes e pelo sócio Guga Valente, tornou-se grande controlador de premiadas agências como: África, Loducca e DM9. Com diversos clientes dentre eles: Ab Indev e o banco Itaú. Considerado o grupo número um em serviços de propagando e marketing no Brasil e o décimo oitavo melhor dentre os grupos de comunicação global, segundo o ranking do Adversiting Age.

 

Nizan tem como história de vida seu primeiro e grande marco no empreendedorismo, a fundação da DM9. Com um investimento pesado de 1 milhão de dólares que conseguiu no mercado financeiro e com parte desse investimento congelado no plano econômico de Collor, Nizan Guanaes foi em contramão dizendo o que continua a ser seu lema e até título de livro inspirado em sua história: “Enquanto eles choram, eu vendo lenços”. Além disso, ele foi o menino pobre do Pelourinho que não tinha absolutamente nada para chegar onde chegou. Seu sucesso se deu pelo fato de sonhar grande, romper barreiras superando obstáculos e correr atrás de seu sonho. Esses fatores contribuíram para acabar no ranking do jornal Financial Times, onde são listados os cinco brasileiros que exercem maior influência no mundo.

 

O publicitário afirmou que não irá se afastar das atividades da empresa e que continuará seguindo a frente do seu negócio dentre os próximos anos. Declarou ainda que: “Esse negócio de se aposentar é uma coisa muito cafona” na respectiva reunião que fez com membros da Fundação Estudar, Ismart e PROA.

 

Outro condicionamento que Nizan Guanaes se mostra empenhado a continuar realizando é a disseminação pelo mundo do pensamento empreendedor. Em suas palestras leva toda a sua história e sua motivação para mostrar aos novos empreendedores a importância de sonhar grande, seja a partir de um sonho que já exista, desde que seja grande dentro daquilo que deseja alcançar. Sonhar grande é ir além de querer algo, é ser maior e melhor naquilo que deseja fazer. Ressaltando ainda de forma a estar sempre atendo as oportunidades e aproveitar os momentos de dificuldades como ponto de partida para se inovar.

 

Além dos compromissos com a empresa, Nizan considera como uma obrigação moral para a sua vida, continuar a ser empreendedor e fazer com que mais pessoas exerçam o empreendedorismo como cidadão. Pensando nisso ele se comprometeu a continuar se dedicando as causas sociais e principalmente no que diz respeito a causas relacionadas ao empreendedorismo, educação para todos e a preservação do patrimônio cultural brasileiro.

 

 

Entenda as regras do Sisu 2017

Você tem dúvidas sobre como funciona o Sistema de Seleção Unificada (Sisu)? Criado em 2009, o programa é uma iniciativa do Governo Federal, que tem como objetivo classificar os candidatos para preencher vagas em universidades públicas de todo o país. O processo é realizado com base no desempenho dos alunos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e acontece duas vezes por ano – uma no primeiro semestre letivo e outra no segundo.

Tanto o número de vagas quanto a oferta de cursos são amplas, incluindo aqueles tradicionalmente mais procuradas, como é o caso da Medicina, da Odontologia, do Direito e das Engenharias, por exemplo. Para participar do programa, no entanto, é preciso estar informado sobre algumas regras e requisitos. Confira.

 

Sisu 2017

Apesar das mudanças políticas e econômicas pelas quais vem passando o Brasil nos últimos tempos, para este ano, em geral, nada mudou em relação aos requisitos para participar do Sisu – que são, basicamente, dois: ter feito a prova do Enem 2016 e não ter zerado a redação.

Ao contrário do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) – que são outros dois programas do governo que possibilitam o acesso ao ensino superior – o Sisu, assim como nos outros anos, não estabelece limite de renda aos estudantes. Da mesma forma, também não existe nota mínima para que seja possível a inscrição – exceto o requisito de não zerar a prova de redação – contudo, as universidades tem total direito de estabelecer um mínimo de pontos para que o estudante possa disputar uma vaga em determinado curso da instituição desejada.

As inscrições no programa seguem gratuitas e podem ser feitas apenas através do site oficial do Sisu. O processo é simples, basta realizar um cadastro no sistema, utilizando o número de inscrição e senha do Enem 2016 – que, caso você não lembre, pode recuperar, seguindo os passos indicados na tela – e, em seguida, escolher entre as opções de vagas disponíveis, de universidade, campus, turno e modalidade de concorrência, que refere-se às cotas.

O Sisu do primeiro semestre, habitualmente, oferece mais vagas que o do segundo, entretanto, também é mais disputado. Em geral, no dois semestres, em universidades de renome e cursos mais requisitados, como Medicina, Direito e as Engenharias, a nota de corte chega a ultrapassar os 800 pontos. Um desempenho de aproximadamente 650 pontos costuma garantir vaga em diversos outros cursos um pouco menos disputados. Já, nos considerados mais fáceis de passar, a nota de corte gira em torno dos 500 pontos.

Em caso de empate na pontuação entre dois candidatos a uma mesma vaga, o sistema do Sisu utiliza a seguinte ordem das notas para realizar o desempate: Redação; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Ciências Humanas e suas Tecnologias.

O Ministério da Educação (Mec) ainda não divulgou as datas para as inscrições no programa deste ano. Mas, costuma ser em janeiro e, depois, em junho. Normalmente, as inscrições para o primeiro semestre são abertas logo após a divulgação do resultado do Enem, que acontecerá no próximo dia 19 de janeiro, então, vale ficar atento.

Nokia anuncia novo celular com Android

A marca de dispositivos móveis da Nokia voltou ao mercado com seu primeiro smartphone com Android. A empresa HMD Global apresentou ao público, também revelando alguns dos planos de negócios relativos ao novo modelo.

 

O Nokia 6 tem uma tela de 5.5 polegadas com uma ligeira curvatura no vidro que o protege, embora não tão profundo como aquela do Samsung Galaxy S7. Suas câmeras, traseira e dianteira, tem uma resolução de 16 e 8 megapixels, respectivamente. O processador tem oito núcleos e é acompanhado por 4 GB de RAM.

 

O Nokia de 2013 e seus antecessores trabalharam com os sistemas operacionais Symbian, Windows Phone e Linux, mas nunca com Android. Mas as mudanças sofridas pela mesma marca em anos posteriores são ainda mais dramáticos: os finlandeses a venderam para a Microsoft, que fecharam partes da divisão de dispositivos móveis para vender o resto, juntamente com todos os direitos para outra empresa na Finlândia, precisamente a HMD. Desde o início, essa aquisição da Nokia por parte da Microsoft já passava um ar de últimos suspiros da marca finladesa, que acabou desaparecendo.

 

Os novos proprietários (desde maio de 2016) falaram neste domingo (8) que não só vão fabricar o novo produto na China, mas que a China é o único mercado onde a modelo Nokia estará disponível primeiramente. Eles optaram pelo mercado chinês, que conta com 550 milhões de usuários de celulares inteligente, por causa de seu desejo de “conhecer as necessidades dos clientes do mundo real em diferentes mercados”, explicou a HMD em um comunicado.

 

A marca Nokia é um símbolo na cultura pop e marcou a forma como as pessoas se comunicavam durante muitos anos, mas, como já foi informado, a empresa acabou sendo vendida e encerrou a produção de seus celulares. Mas, com esse retorno, o fãs da criadora do famoso “Nokia tijolão” poderião desfrutar de um novo produto da empresa.

 

“O Nokia 6 marca o primeiro passo na ambição da HMD em estabelecer um novo standard de design, qualidade de materiais e inovação de fabrico”, está escrito no documento de anuncio do dispositivo.

 

O dispositivo Android vai chegar nas prateleiras no primeiro trimestre de 2017 e seu preço está estimado em cerca de 245 dólares. Até o momento, a empresa finlandesa não falou sobre uma possível expansão do seu mercado com este ou outros modelos para outros países.

 

Especificações técnicas

 

 

  • Sistema operacional: Android 7.0 Nougat
  • Display: 5,5 polegadas com Gorilla Glass 2.5D
  • Resolução: 1920×1080 pixels
  • Chipset: Snapdragon 430
  • CPU: octa-core com clock não especificado
  • GPU: Adreno 505
  • Memória RAM: 4 GB
  • Armazenamento interno: 64 GB (expansível em até 128 GB)
  • Câmera principal: 16 megapixels com f/2.0 e foco automático PDAF com laser
  • Câmera frontal: 8 megapixels com f/2.0
  • Dimensões: 154 x 75,8 x 7,85 mm

Cientistas afirmam saber o paradeiro do MH370, mas não possuem dinheiro para a pesquisa

Os cientistas por trás da busca de destroços do voo MH370 da Malaysia Airlines, que desapareceu dos radares em 8 de Março de 2014, estão mais seguros do que nunca para descobrirem onde foram parar as peças que faltam. No entanto, após 27 meses, o progresso foi parado pela falta de fundos, explica Clive Irving em seu artigo para o portal The Daily Beast.

 

Na madrugada de 8 de março de 2014, a aeronave desapareceu dos radares após cerca de uma hora de voo. Carregando 227 passageiros e 12 tripulantes, o acidente aconteceu enquanto a aeronave sobrevoava o Golfo da Tailândia, no Mar da China.

 

Inicialmente e através do uso de ferramentas de localização, dados de satélite e das últimas mensagens recebidas a partir da aeronave, ele desenhou um caminho possível, mas nunca conseguiu localizar o ponto exato da caída do avião. No entanto, com a descoberta inesperada no verão de 2015 e em junho de 2016 de vários restos mortais e duas peças-chave, a investigação mudou de rumo e decidiu determinar que fenômenos naturais e climáticos (ventos, chuvas, ondas, etc) teriam causado tal distribuição dos escombros para tentar localizar o ponto exato da queda.

 

Para este fim, ele foi ajudado pela National Oceanic and Atmospheric Administration dos EUA (NOAA), que forneceu dados de satélites que monitoram águas e colocou em todos os oceanos boias que recuperam o registro histórico diário das condições do mar. Além disso, foram construídos e lançados ao mar réplicas das peças encontradas para avaliar a forma e velocidade de flutuação e do vento e das ondas sobre estes objetos.

 

Assim foi então determinado que o ponto de origem da queda pode ser de cerca de 15 quilômetros ao norte da área de pesquisa atual, e assim se é esperado recuperar os registros históricos diários das condições do oceano e rastrear os detritos traçando o percurso inverso.

 

Embora o Ministério dos Transportes da Austrália qualifique estes testes como algo “credível”, até agora já foram gastos mais de 150 milhões de dólares e ainda é necessário um financiamento, que por enquanto ninguém está disposto a assumir.

 

Finalmente, é irônico que, embora partes do Boeing 777 têm sido fundamentais para alcançar novas conclusões sobre a provável localização dos outros restos, os órgãos envolvidos até agora “não gastaram um centavo” para realizar uma busca sistemática de resíduos e todos foram descobertos por amadores ou casualmente por pessoas nas praias.

 

Venezuela não faz mais parte do Mercosul

A Venezuela não faz mais parte do Mercosul. Chanceleres de outros países participantes do bloco econômico anunciaram que fizeram o comunicado ao país a respeito de sua suspensão.
Integrantes dos países fundadores, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai fizeram o anúncio. O comunicado apresentado pelo Ministério de Relações Exteriores da Argentina no dia 2 de dezembro de 2016, um dia depois da Venezuela completar quatro anos de adesão ao bloco econômico. Esse foi o prazo máximo estipulado pelos demais países para que os venezuelanos pudessem cumprir com as normas de adesão.
“No dia de ontem foi analisado o estado de cumprimento das obrigações assumidas pela Venezuela, constatando-se o estado de descumprimento”, diz a nota.
No mesmo dia, Delcy Rodrígues ministra de relações exteriores da Venezuela, afirmou por meio de sua conta no Twitter que o país não havia sido suspenso, em reação a notícia antecipada pelas agências de notícias internacionais, como a France Presse e Reuters.
Trajetória da Venezuela no Mercosul
Aceita em 2012 após uma manobra dos governos Dilma Russeff e Cristina Kirchner, da Argentina, a Venezuela deveria cumprir uma série de normas para se manter no Mercosul. Em dezembro do mesmo ano, foi oficialmente integrada ao bloco em uma negociação conduzida pelo presidente paraguaio Horácio Cartes.
Apesar dos esforços dos demais países, a Venezuela não cumpriu a maioria dos prazos, de adesão ao bloco, sobretudo as normas relacionadas as questões econômicas. Com oi descumprimento, a solução encontrada foi a suspensão da Venezuela.
O que acontecerá a partir de agora
O bloco do Mercosul contou um forte crescimento econômico e político durante os últimos dez anos, o que levou a aceitar a Venezuela. Sua suspensão pode levar a uma divisão ideológica entre os países participantes, que passam por um período delicado. O preço das commodities caiu e o cenário é de fragilidade econômica.
Além disso, a decisão isola ainda mais o governo de Nicolás Maduro, acusado de ser o responsável por uma profunda crise política, econômica e humanitária no país. Maduro afirmou em nota que não aceita a decisão tomada e que continuará participando das reuniões do grupo.
Para ingressar novamente no Mercosul, atualmente formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, a Venezuela vai ter que negociar novos termos de acordo com as regras comerciais e relacionadas a imigração.
O governo Maduro informou que algumas das 130 medidas não podem ser realizadas. Entre elas estão normas ligadas aos direitos humanos, classificadas como inadmissíveis pelos venezuelanos que estão no poder. O que indica que qualquer negociação para tratar da reintegração pode ser tensa e perdurar por anos.

Shoppings paraibanos, como o Manaira Shopping de Roberto Santiago, escapam da crise econômica

Segundo estudo divulgado pela Associação Brasileira de Shoppings Centers, a Abrasce, o ramo dos shoppings centers obteve um crescimento de 6,5 % em 2015, com um faturamento estimado de 150 bilhões de reais. Em meio à crise que perturba a economia nacional, o resultado positivo é motivo de comemoração para os profissionais do ramo.

O levantamento da Abrasce, realizado em parceria com o Grupo de Estudos Urbanos, o GEU, além de ser uma notícia importante para o setor, acaba por repercutir na disposição dos profissionais do ramo, estimulando a prática do bom atendimento ao público consumidor dos centros comerciais.

De acordo com a pesquisa divulgada, o Brasil possui atualmente 538 grandes centros de compra, além de outros 30 que se encontram em processo final de construção. O estudo também constatou que o ramo dos shoppings centers emprega cerca de 1 milhão de pessoas em todo o território nacional. Segundo a pesquisa, o setor preencheu impressionantes 54 mil novas vagas de trabalho em 2015, mostrando uma vez mais a força de crescimento da área e seu potencial de desenvolvimento e de inovação.

Nordeste

Segundo o empresário Roberto Santiago, dono do Manaira Shopping, o nordeste é a segunda região brasileira com maior volume de vendas realizadas em shoppings centers, perdendo somente para a região sudeste do Brasil. Na Paraíba, o centro comercial de Roberto Santiago tem procurado se reinventar durante a recessão econômica, e continua seguindo como um destaque do ramo no estado.

Dentre os cinco centros comerciais do estado da Paraíba, o Manaira Shopping, de João Pessoa, é o que possui a maior área bruta de locação, cerca de 75 mil metros quadrados. O local tem ainda um amplo espaço multiuso, e abriga uma faculdade e uma casa de shows, além de uma excelente academia. Segundo Rafaella Barros, gerente de marketing do centro comercial, uma das necessidades do ramo é a constante reinvenção. Para a gerente, tanto a reinvenção constante quanto a visão empreendedora de Roberto Santiago têm proporcionado um volume de vendas crescente e o sucesso inegável do shopping paraibano.

Em termos de confiança dos gestores de lojas comerciais de shoppings centers, um estudo descobriu que, só no estado da Paraiba, 40 % dos profissionais prevê um crescimento em torno de 5% para o segmento em 2016. A pesquisa também apontou que, apesar dos desafios impostos pela turbulência econômica no país, 60% dos gestores acredita que a crise não afetará de modo significativo os negócios no ramo para o ano que vem.

A Intenção de Consumo das Famílias também registrou uma alta, a terceira seguida, para o dinheiro despendido pelas famílias nos centros de vendas. Somente o Manaira Shopping, do empresário Roberto Santiago, registrou um movimento aproximado de 2 milhões de pessoas durante o ano de 2015.

De acordo com Rafaella Barros, gerente de marketing do shopping de Roberto Santiago, o crescimento de vendas constante revela a estabilidade do segmento. Ela ainda afirmou que a tendência do shopping é crescer cada vez mais, contribuindo significativamente para a inovação e o desenvolvimento do setor.