Marcio Alaor do BMG reporta aos demitidos que parcela do seguro-desemprego subiu 6,58%

Para a surpresa de muitos dos trabalhadores, principalmente os que estão em situação de quase demissão devido à crise ou os que já foram demitidos recentemente (sem justa causa, claro), foi então anunciado pelo Ministério do Trabalho, na segunda sexta-feira de 2017, mais precisamente no dia 13 de janeiro, a elevação do valor da maior parcela do seguro-desemprego, em R$ 101,48. E, como claramente se nota, a boa notícia chegou justamente numa sexta-feira 13, dia que muitos acreditam trazer azar, bem ressalta o executivo do Grupo BMG, Marcio Alaor.

 

Com esse aumento significativo, a parcela de maior valor do seguro-desemprego, quantia de R$ 1.542,24, costumeiramente paga a trabalhadores que ganhavam um salário mais alto, passou a ser de R$ 1.643,72, valendo então para todo o ano de 2017. Mas, para uma melhor compreensão desse aumento, o executivo do BMG, Marcio Alaor faz questão de lembrar a todos que esse é um reajuste padrão, ou seja, que todos os anos é feito o mesmo com as parcelas do seguro-desemprego, seguindo sempre a variação do INPC (sigla que significa Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior.

Esse mesmo índice, que serve como referência para o reajuste dos benefícios previdenciários, reporta Marcio Alaor do BMG, baseado em informações fornecidas no dia 11 de janeiro deste ano, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulou alta no último ano, um total de 6,58%. Assim, diante desse resultado percentual, pôde-se também concluir que, em 20 anos sem conseguir-se isso, finalmente o reajuste das aposentadorias e benefícios do INSS, dados a quem ganha acima de 1 salário mínimo, superará o aumento do salário mínimo, que, vale lembrar, passou de R$ 880 para R$ 937, um reajuste de exatos 6,48%.

E mais foi dito pelo Ministério do Trabalho, como bem pontua o executivo do BMG, Marcio Alaor, posto que deram a correção como válida, não só para os benefícios que são pagos aos brasileiros demitidos sem justa causa, mas também para aqueles que tiveram o contrato de trabalho suspenso (lay-off), os trabalhadores resgatados em condições análogas à de escravo e também os pescadores artesanais em período de defeso.

Por fim, Marcio Alaor do BMG traz a explicação que é dada para a forma como é estabelecido o valor do seguro-desemprego, assim encerrando qualquer possível curiosidade sobre. Segundo explica o próprio ministério, define-se esse valor do seguro-desemprego com base em uma tabela que contém três faixas salariais, sendo a primeira dos que vão até o valor de R$ 1.450,23; já a segunda faixa contém os salários que estão entre R$ 1.450,24 e R$ 2.417,29; por fim, na terceira estão os salários situados acima do valor de R$ 2.417,29. E então, dessa forma vista, é quem se enquadra nesta faixa mais alta, que, por consequência e proporcionalidade, receberá então o valor mais alto do benefício aqui discutido. Ressalta-se ainda, dada a pertinência, ser o valor mínimo do benefício sempre o equivalente a um salário mínimo no respectivo momento em que é dado. O mesmo mínimo que, por sua vez, também aumentou recentemente, só que em R$ 57.