Existem filmes bons do meio jurídico?

Sucessos como ‘How To Get Away With a Murder’ e ‘Suits’ são series que conquistaram o público e apresentaram um novo gênero as pessoas: as séries do meio jurídico, que tem como pano de fundo e enredo um assunto que normalmente é considerado difícil pelas pessoas, o direito e as leis que o cercam.

Porém, existem alguns filmes que são incríveis e possuem roteiros tão bons quanto às citadas, mas que não ganharam tanta notoriedade. Por isso, te apresentaremos hoje filmes incríveis dentro deste tema.

Se você ainda não viu o filme Hotel Ruanda, não sei o que está fazendo aos fins de semana de maratona de filmes e séries. Este é o clássico dos clássicos em relação a fatos reais. O filme retrata a guerra de Ruanda, um país africano que continua com inúmeros conflitos, mesmo que oficialmente (no papel) a guerra tenha acabado. O ‘lance’ do filme é perceber que todas as questões relacionadas a exploração da África e de tudo o que pertence aquele continente não acabou e infelizmente, não terminará tão cedo e por isso, continua em um looping infinito. Além disso, a obra mostra como a Europa ‘virou as costas’ para os hutus e como a situação só não se agravou por Paul Rusesabagina, que abriou inúmeras pessoas de baixo do seu teto, o Hotel Ruanda.

Uma outra indicação é o filme ‘As duas faces de um crime’, um filme que para os que amam aqueles filmes de júri, é excelente. Já o filme ‘Minority Report – A nova lei’, se passa no futuro e em um local em que se prevê crimes antes, de fato, deles acontecerem e assim, prender as pessoas que cometeriam estes delitos. O que este filme discute sobre direito penal, é incrível.

Outras opções são: ‘Seven – os sete crimes capitais’, que retrata a vida de um serial killer que mata com base nos sete pecados capitais; já o documentário ‘Amanda Knox’, trata do caso da própria, que foi indiciada duas vezes e absolvida de um assassinato que mobilizou e intrigou inúmeras pessoas. ‘Quem é JonBenet’; ‘A 13ª Emenda’; ‘The Keepers’ e ‘Making a Murder’ também são ótimas opções.

Os riscos de ser empreendedor

O grande sonho de largar o emprego, nunca mais ter que olhar na cara do chefe e poder ser o dono dos próprios negócios é o sonho que muitas pessoas têm todas às vezes que colocam a cabeça no travesseiro, porém se lançar no mundo do empreendedorismo e sem um planejamento estratégico pode um tanto quanto suicida e acabar sendo mais um estresse e desespero na vida de quem já está nervoso com as situações do dia a dia e insatisfeito profissionalmente. Por sua vez, acreditar que jogar tudo para o alto e pedir demissão não é o mais recomendado.

A pessoa que deseja ser dona do próprio negócio e ser empreendedora precisa ter noção e consciência de que tudo o que ela desfruta e é um tipo de benefício disponibilizado pela empresa, não serão mais acessíveis, e isso vai desde auxílio creche, vale refeição, celular e carro por conta da empresa ou plano de saúde e dentre outros benefícios. Por sua vez, a partir do momento em que se reflita que pelo menos inicialmente tais vantagens serão perdidas, e que a longo prazo é possível sim conquistar até mais que isso, essa é a hora correta para dizer que a pessoa está apta a tornar-se empreendedora. A rotina de trabalho sofrerá grandes modificações, já que havia um horário padrão pré-determinado e que se passasse daquele haveria reajuste de horas extras, e já como chefe do próprio negócio isso não existe, e pior agora como empreendedor será quase que obrigatório a dedicação exclusiva a atividade profissional, pois realmente será ela quem irá promover o auto sustento.

Portanto, ser empreendedor não é só ser dono do próprio negócio, mas é saber realizar a gestão de pessoas, criar uma rotina de trabalho, conseguir dar a devida atenção aos familiares, ter lucro e ter um pensamento sempre a longo prazo para manter reservas e fazer investimentos, já que o futuro naturalmente é incerto, e o dos empreendedores é maior ainda, o que pode acabar fazendo muitas desistirem no meio do caminho, onde será o momento em que deverá ter um grande controle emocional para não tender às comparações, sejam aquelas criadas pela cabeça do próprio empresário, ou seja aquelas feitas pelos amigos e familiares, que pode muito bem serem mecanismos perfeitos para desistir ou cair em depressão, caso as coisas não estejam indo do jeito que haviam sido planejadas.

 

Cada vez mais, produtor agrícola lucra menos na venda dos alimentos, diz pesquisa global

Dada a tremenda importância da agropecuária nas economias dos países de modo geral, o normal é esperarmos que os agricultores venham tendo, constantemente, bastante lucro, ainda que situações como a paralisação dos caminhoneiros, ocorrida há algum tempo, possam prejudicá-los momentaneamente. No entanto, não são essas as notícias que vêm surgindo, tratando-se da realidade de fato, ao redor do mundo, independentemente de ocorrerem ou não algumas situações semelhantes à referida paralisação. Ao menos, é o que apontou, já ao final do mês de junho deste ano, uma pesquisa divulgada pela ONG britânica Oxfam, segundo a qual, do valor final que se paga por alimentos, nos grandes supermercados, vem diminuindo, cada vez mais, a parte que retorna a quem realmente os produziu, os agricultores. E já podemos adiantar que a culpa repousa, como não é de se espantar, nos conglomerados que dominam esse setor tanto nos Estados Unidos quanto no continente europeu, pois acabam por abocanhar quase 50% do preço final desses gêneros alimentícios.

Mas a pesquisa vai bem além dessa simples constatação, visto que aprofunda-se em vários dados, todos comparados numa escala de tempo. Portanto, uma das conclusões mais específicas à qual chegou-se, é justamente a de um aumento, nos últimos anos, dessa distorção em questão no Brasil, prejudicando os nossos agricultores. Afinal, se de uma cesta contendo 12 produtos alimentícios, em 2015, era retido, pelos supermercados, um total de 48,3% do valor cobrado pelos produtos, ficando então com apenas 6,5% os trabalhadores agrícolas, dezenove anos antes, no entanto, em 1996, os percentuais eram, respectivamente, de 43,5% e 8,8%. Sim, só vem crescendo a concentração e a consequente desvalorização do trabalhador agrícola, nas duas últimas décadas.

Mais detalhes ainda são válidos, a exemplo da idêntica porcentagem que sobrou para o pequeno agricultor, no mesmo ano de 2015, fosse ele um produtor brasileiro de suco de laranja ou um produtor queniano de feijão verde; fosse ainda um produtor vietnamita de camarão ou um produtor tailandês de atum em lata. Afinal, para todos esses, o que sobrou foi uma fatia que nem sequer atingiu os 5%, como apontou a pesquisa da Oxfam, tema central destas notícias todas.

Como o marketing mudou com o passar do tempo e a necessidade de adaptação para o profissional da área

Você, que acha que marketing é algo novo, está enganado. Embora seja um assunto muito presente nas empresas e no nosso dia a dia, sua evolução começou há mais de 500 anos.

Uma das primeiras grandes inovações tecnológicas que fez com que muitas pessoas passassem a ter acesso à informação foi a prensa tipográfica que, criada por Gutenberg no ano de 1450, produzia textos em massa.

No século 17 começaram a circular os primeiros jornais e revistas na Europa. Quando essa prática chegou no Brasil em meados do século 19, já era muito comum empresas e pessoas divulgarem seus produtos através de anúncios. Na verdade, essa prática ainda permanece pois acaba sendo algo bom tanto para o anunciante do produto quanto para os editores.

Após, vieram o panfleto, o pôster e o outdoor. Esse último, principalmente, foi uma grande criação para o mundo do marketing, já que atingia um número maior de visualizações devido ao seu tamanho.

A criação do telefone e do rádio alcançou todas as expectativas, mas a chegada da televisão conseguiu superá-las. O marketing audiovisual foi uma grande inovação, porém os anúncios na televisão eram muito caros o que auxiliou na subsistência do telefone e, principalmente, do rádio por se tratar de meios mais em conta para determinadas pessoas e também por, ainda, conseguir alcançar um número grande de usuários.

A era digital quebrou todos os paradigmas. A internet e as redes sociais trouxeram novos conceitos e estratégias, tais como websites, SEO, e-mail, e o próprio marketing de conteúdo. Esse último visa alcançar seu público alvo que é atraído por um conteúdo relevante que gera um valor positivo para marca e resulta em mais negócios. Dentre as empresas brasileiras, 71% já adotam essa metodologia e uma grande parte das que não adotam já pretendem adotar.

Todos os meios de comunicação relatados são importantes para a divulgação do produto, mas é de suma importância inovar e usar a tecnologia a seu favor. A característica dos profissionais da área do marketing também vem mudando e se esses especialistas não se adaptarem ao atual cenário do mercado, nunca conseguirão sucesso.

Homem aranha africano salva criança. O pai jogava “Pokemon Go” no momento do ocorrido!

Um homem de Mali, o sétimo maior país da África, se tornou herói na capital francesa.

Conhecido por Mamoudou Gassama, o africano estava andando pelas ruas de Paris, no fim

de maio de 2018, buscando um local em que pudesse parar para assistir a final da “Champions League”, campeonato de futebol envolvendo grandes times europeus, quando foi surpreendido com uma criança de 4 anos de idade pendurada na varanda de um apartamento.

Conforme vídeo gravado por testemunhas, o imigrante não pensou duas vezes. Ao som vibrante das pessoas que pararam aflitas, sem saber o que fazer para salvar a criança, Mamoudou escalou 4 andares, sem nenhum tipo de equipamento de proteção, de forma muito semelhante ao personagem “Homem Aranha”, seu novo apelido popular, e salvou a criança.

Há notícias de que a mãe estaria fora da cidade e o pai não estava em casa no momento do ocorrido. Por sorte, o homem aranha africano, sim, estava próximo e, conforme afirmou à imprensa local, estava com medo e tremia muito após salvar o menino. Mal conseguia ficar em pé.

O representante do corpo de bombeiros, que só chegou ao local após o salvamento, respirou aliviado por ter alguém por perto com coragem e preparado fisicamente para tal desafio.

A história de Gassama, jovem de 22 anos que havia chegado de Mali buscando construir sua vida na cidade da luz, mudou naquele instante, pois conseguiu adquirir a cidadania francesa e passou a integrar o corpo de bombeiros da região. Ganhou notoriedade do mundo inteiro e um certificado de honra das mãos do presidente francês Emmanuel Macron.

O pai do menino justificou à polícia que deixou a criança sozinha para ir ao mercado e acabou demorando pois estava jogando “Pokemon Go” e terá que comparecer ao tribunal de Paris para responder por “negligência de um responsável em relação às suas obrigações legais”, podendo vir a ser condenado a até 2 anos de prisão. Quanto ao garoto, há notícias de que passa bem e continua sob a custódia do pai.

Como tratar a bursite?

A bursite nada mais é do que a inflamação da bursa, nomeada também de bolsa sinovial. A bursa é um saco membranoso revestido de líquido e serve de amortecedor de atrito entre músculos e articulações. No total, o corpo humano possui 160 bursas, distribuídas ao longo de todo o corpo como, por exemplo: nos joelhos, nos calcanhares, nos ombros, nos cotovelos, nos quadris e nas nádegas.

As bursas tem a função de lubrificar as articulações e assim reduzem a fricção ao movimentar estas regiões. A bursite se dá quando este líquido se acumula e engrossa, o que faz com que o corpo, em simples ações, sinta um grande impacta e consequentemente cause dor. A doença costuma acontecer pelo uso excessivo de uma articulação, lesões e até mesmo estresse.

Ao todo, existem dois tipos de bursites, os inflamatórios e os distúrbios hemorrágicos. O primeiro tipo, os inflamatórios, ainda tem uma subdivisão: as feridas infectadas, as causadas por alguma química e as ocasionadas por atrito, advindas muitas vezes pelo uso excessivo da região em questão. E o segundo caso, o dos distúrbios hemorrágicos, são ocasionados por algum tipo de lesão ou trauma, que causam uma hemorragia diretamente na bursa.

As bursites ainda podem ser classificadas e tratadas de acordo com a localização corporal, ou seja, se a bursite está no ombro, no cotovelo, nas coxas, nas nádegas, no quadril, nos tornozelos, nos calcanhares e no joelho.

O surgimento desta inflamação não costuma ter uma causa clara e lógica, mas normalmente, tem como início alguma lesão ou infecção. As lesões, como citado anteriormente, são causadas pelo uso repetitivo de determinado músculo. Os inchaços da bursite também podem surgir advindos da gota, da artrite reumatoide, do Lúpus, da artrite psoriática, da esclerodermia, da escoliose e da polimialgia reumática. Infecções e doenças que afetam o sistema imunológico, como o câncer e o HIV, também auxiliam no desenvolvimento da bursite.

As pessoas que estão mais propicias a desenvolver uma inflamação como está são: pessoas acima dos 40 anos; que praticam movimentos repetitivos demasiadamente, como músicos, atletas e pintores; além de portadores da gota e da diabetes.

No início da doença, a pessoa costuma sentir dor, rigidez, dificuldade de mover a região, inchaço, região avermelhada e febre. A dor costuma aumentar cada vez mais enquanto não tratada.

O diagnóstico pode ser feito através de exames físicos, laboratoriais e de imagem, já os tratamentos para essa inflamação vão desde os caseiros aos profissionais. Bolsas de gelo; aquecer o local para aumentar a circulação; proteger o local com joelheiras e cotoveleiras; aumentar o consumo de alimentos com propriedades anti-inflamatórias, como frutas vermelhas e frutas cítricas. O descanso e o alongamento também auxiliam na melhora da bursite, além de fisioterapias,ondas de choque, acupuntura, e em casos mais graves, a cirurgia.

A prevenção pode ser feita evitando realizar atividades repetitivas sem proteção; evitar estes movimentos por um período muito extenso; manter uma boa postura; realizar exercícios sempre com um profissional e procurar um médico aos primeiros sinais de dor, para assim, manter sua saúde da melhor maneira possível.

Primeira favela de Buenos Aires está sendo urbanizada

Localizada bem no centro da capital portenha, a maior e mais antiga favela de Buenos Aires fica bem perto da estação de trem de Retiro.

A favela Villa 31 fica entre  Puerto Madero  e a Recoleta, dois dos principais bairros da capital. Ela apareceu na década de 30, quando vários imigrantes sul-americanos foram morar nela, principalmente os peruanos, paraguaios e bolivianos.

Mesmo a favela tendo uma localização central privilegiada, ela vive isolada do restante da capital e poucos policiais entram nela, devido aos conflitos gerados pelo tráfico de drogas na região.

Apesar da favela apresentar diversas características similares a tantas favelas do continente, inclusive das brasileiras, a favela portenha Villa 31 está se transformando devido a um projeto de urbanização que é muito audacioso, mas que apresenta controvérsias. Esse projeto recebeu recursos do Banco Mundial, do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e do governo do país.

Segundo Diego Fernández, secretário de Integração Social e Urbana, anteriormente a favela parecia que não existia para os outros moradores da cidade, e o projeto pretende fazer a integração entre a Villa 31 e o restante da capital portenha, que ficaram separadas durante todos esses anos.

Os programas anteriores não apresentavam resultados positivos, porque queriam levar os moradores da favela para outros bairros, tentando desapropriar a região que é muito valorizada. O novo projeto tem como objetivo transformar a favela em um bairro da capital.

Horacio Rodríguez Larreta, prefeito de Buenos Aires, está participando do projeto e todas as terças-feiras, ele passa o seu dia despachando na favela, em um local que está servindo como um posto da administração pública da cidade. Foram construídas também praças, quadras de esportes e postos de saúde na Villa 31.

O projeto começou em 2016, e ainda vão ser construídas escolas e uma sede da Secretaria de Educação, que terá o seu novo endereço dentro da Villa 31, assim que o prédio ficar pronto.

Luis Alberto Moreno, presidente do BID, anunciou que o escritório na Argentina do banco mudará para as suas novas dependências na Villa 31.

A lei de urbanização da favela foi aprovada há sete anos atrás, mas os autores do projeto estão fazendo críticas ao atual governo. Eles têm medo que os proprietários dos imóveis aumentem os valores dos aluguéis, fazendo com que os seus antigos moradores não consigam mais pagar pela moradia no local.

Rinocerontes correm risco de extinção por tráfico e luxo e podem virar pó

Os rinocerontes estão na Terra a aproximadamente 50 milhões de anos e nunca foi ameaçado por nenhum outro animal com disposição de enfrentar suas 3 toneladas. Eles correm risco de extinção por um predador sem garras e dentes afiados e 40 vezes mais leve que ele, o homem.

O homem está caçando rinocerontes para retirar o seu chifre que vale muito dinheiro. O pó do chifre de rinoceronte é uma substância ilegal que pode valer mais que ouro e movimenta US$ 20 bilhões ao ano.

O pó de chifre de rinoceronte tem como princípio ativo a queratina, uma proteína em abundância em todo mundo, que fica concentrada em unhas e cascos de diversos animais incluindo os humanos. Além do uso medicinal, o produto é utilizado junto a cocaína e para curar a ressaca no dia seguinte a uma bebedeira.

No mês de julho de 2009 e em maio de 2012 o Vietnã obteve 185 autorizações do governo para a caça legal do animal podendo ser levado o chifre como troféu. No período foram 659 chifres caçados, o equivalente a 2 toneladas exportados de maneira legal ao Vietnã. Uma investigação posterior mostrou que na verdade havia um comércio do produto por trás disso, fazendo com que o país perdesse a permissão de caça legalizada.

Atualmente para se conseguir uma licença para conseguir o produto legalmente é necessário passar por um burocrático e rigoroso processo seletivo.

No Iêmen, a peça é valorizada como ornamento, e os homens são respeitados se estiver usando a jambiya, uma adaga feita com o cabo do chifre de rinoceronte esculpido.

A áfrica do Sul em 2007 teve o registro de morte de 13 rinocerontes brancos. O número cresceu para mil em 2013 e não reduziu até os dias atuais.

Os caçadores clandestinos são atraídos pela lua cheia, devido à dificuldade de fiscalização a luz noturna o que deixa os animais mais fáceis de serem capturados.

Os animais estão próximos ao extermínio, e diminuíram de 500 mil para 30 mil nos últimos cem anos, advertiu o Grupo de Gestão de Rinocerontes da Comunidade da áfrica Austral.

Leilões das linhas do metrô de São Paulo serão mantidos pelo TJSP

Segundo Manoel de Queiroz Pereira Calças, atual presidente e desembargador do TJSP – Tribunal de Justiça de São Paulo -, está suspensa a liminar que não permitia uma regularização do leilão de linhas do Metrô – Companhia do Metropolitano de São Paulo -, suspendendo a liminar no dia 18 de janeiro de 2018. Após a decisão do desembargador, os leilões previstos para as linhas 17-Ouro e 5-Lilás irão acontecer como tinha previsto antes da proibição.

Segundo o desembargador, essa paralisação provoca um retardamento desse procedimento de licitação, e como consequência, a entrega das operações comerciais acontecem com atraso.

Uma decisão de suspensão de uma liminar por um presidente do tribunal, acontece somente em caso de urgência, e é evitada para que não sejam geradas lesões à ordem, a saúde e ao desenvolvimento da segurança e da economia pública.

O presidente conta que de acordo com o pedido feito inicialmente pelo Metrô e ainda pelo governo do estado de São Paulo, caso mais atrasos venham a ocorrer e os leilões sejam adiados novamente, o Metrô terá que funcionar em regime emergencial onde haverá a operação assistida. Segundo o presidente, essa ação terá impacto financeiro tanto para a empresa quanto para o governo do estado.

Anterior a decisão do presidente, o magistrado da 12ª Vara da Fazenda Pública do município de São Paulo, Adriano Marcos Laroca, tinha suspendido os leilões das linhas e qualquer licitação. O juiz justifica que isso pode ser comparado com uma privatização “custeada com recursos públicos”, e com valores abaixo do ideal, atingindo a casa dos R$ 190 milhões, valor muito abaixo dos R$ 7 bilhões em gastos que a construção das linhas tiveram para o estado e para os bolsos dos contribuintes.

Laroca conta que essa percepção agravante é causada pelo cálculo feito pelos autores, que utilizam os dados oficiais cedidos pelo Metrô como base. Segundo Laroca, a concessionária poderia recuperar todo o custo dessa outorga através do funcionamento da linha do metro em apenas 17 meses. Isso porque o cálculo feito utiliza informações sobre carregamento mensal de um dos trechos já em funcionamento, que é o caso da linha 4- Lilás.

Construção civil demonstra queda no valor do metro quadrado no final de 2017

Segundo o Sinapi– Índice Nacional da Construção Civil – anunciado no dia 10 de janeiro de 2018 pelo IBGE – Instituto Nacional de Geografia e Estatística -, houve uma alta de negócios no total acumulado durtante o ano passado, atingindo a casa dos 3,82%. Esse retrospecto positivo, de acordo com o índice, é o melhor desde 2013, onde a alta foi de 0,52%, que teve uma forte influência de fatores da desoneração diretamente nas folhas de pagamento naquela ocasião. A variação entre novembro e dezembro do ano passado foi de 0,18%, um percentual menor do que os 0,49% em comparação com o mesmo período entre meses em 2016.

Devido a isso, os custos envolvendo a média por metro quadrado relacionado com a construção civil atingiu a casa dos R$ 1.064,76 em dezembro do ano passado, levando em conta que R$ 544,97 são custos com materiais e R$ 521,71 é o valor cobrado pela mão de obra. A quantidade relacionada com os gastos da mão de obra é devido ao retrospecto positivo no final do ano passado. A indústria da construção civil apresentou uma alta de 5,17%, com uma das menores taxas relacionada a este grupo desde 2013. Desde 2013, a variação mais baixa havia sido de 7,55% em 2015, sendo que em 2017 foi de 10,89%.

“Foi a mão de obra a responsável pelo resultado. Os ganhos nos acordos coletivos foram inferiores em relação aos anos anteriores. Isso foi o que realmente impactou nessa desaceleração da taxa. Todos os estados tiveram uma desaceleração na mão de obra em relação a 2016, com exceção do Amapá”, explica Augusto Oliveira, gerente da pesquisa.

No mês de dezembro do ano passado, a queda que ocorreu no preço dos materiais de construção civil foi de grande impacto para que o índice ficasse em 0,18%, sendo essa a terceira menor taxa ocorrida no ano passado, e ficou atrás somente da taxa alcançada no mês de abril do ano passado, que fechou o mês em 0,15%, e a do mês de outubro do ano passado, que encerrou o mês em 0,16%.