Leia mais sobre a banda Viper do baterista Cassio Audi

A banda de heavy metal Viper foi idealizada pelos músicos Felipe Machado, Yves Passarell e Pit Passarell ainda durante a adolescência, os quais em conjunto ainda cogitaram a escolha de outros nomes, incluindo Dragon, Pruckles e Rock Migration, até optarem pela força e a sonoridade presentes no nom Viper.

Durante os primeiros meses de carreira, o trio fez algumas apresentações para pequenos públicos, utilizando grande parte do dinheiro obtido para investir na profissionalização do grupo, com a compra de novos instrumentos, por exemplo. Com o tempo, eles identificaram que o Viper necessitava do som de um baterista, o que fez com que eles testassem o músico Markus Kleine na banda, mas logo em seguida, optaram pelo baterista Cassio Audi, que se uniu definitivamente ao Viper.

Em meados da década de 80, a banda já se apresentava ocasionalmente para públicos maiores, muitas vezes tocando algumas canções de autoria própria, como a música “H. R.”, além de covers de bandas da qual os músicos eram fãs, como o Black Sabbath. Conforme ganhavam mais espaço na indústria musical, o Viper percebeu que precisava de um vocalista mais vibrante, o que levou a banda a convidar Andre Matos para se juntar de forma definitiva a Felipe Machado, Cassio Audi, Pit Passarell e Yves Passarell.

Com essa formação, o grupo assinou o seu primeiro contrato com a gravadora Rock Brigade, permitindo que o Viper lançasse o seu primeiro trabalho gravado em estúdio no ano de 1987, o álbum “Soldiers of Sunrise“. Com grandes sucessos como “Law of the Sword”, “Knights of Destruction” e “Signs of the Night”, a banda impressionou pela sua grande qualidade instrumental, com batidas potentes e que marcaram o estilo de heavy metal criado pela banda.

Através da canção “Signs of the Night”, o Viper demonstrou um imenso potencial de crescendo vocal, além do ritmo alucinante da guitarra e também da bateria de Cassio Audi, que hipnotizaram os fãs da banda. Tudo isso fez com que o álbum conquistasse um volume de vendas acima do esperado, levando o Viper a obter cada vez mais destaque e chamar a atenção de uma gravadora maior, a Eldorado.

Além de todo o sucesso em solo nacional, a banda também se destacou no exterior, especialmente em algumas partes da Europa e o Japão. Desse modo, o grupo foi convidado a realizar uma turnê internacional, e com os fãs japoneses especialmente, o Viper conseguiu a importante marca de vender mais cópias que artistas como Van Halen e Nirvana. Portanto, Cassio Audi, Andre Matos, Felipe Machado, Pit Passarell e Yves Passarell alcançaram o status de lendas do heavy metal no Brasil.

Para uma carreira tão bem-sucedida como a do Viper, um dos fatores do sucesso foi a grande identificação dos músicos com o heavy metal, como é o caso de Cassio Audi, que impressionava com o som contagiante de sua bateria. Assim, além de moldarem esse estilo musical no país, os músicos ainda conseguiram o grande feito de entrar para a história internacional do metal.

 

O Big Ben em Londres vai fechar por quatro anos para manutenção

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O relógio mais famoso do mundo deixará de informar as horas pelos próximos quatro anos. Em agosto começará uma restauração nele a na torre do Parlamento britânico, segundo declarações da instituição.

A data prevista para o início dessas restaurações é 21 de agosto, quando as badaladas do Big Ben soarão e depois irão ser silenciadas pelos próximos anos, até que as obras de reformas estejam prontas, de acordo com uma nota feita pelo parlamento.

O comunicado também declarou, que não existe ainda uma data certa para o final das obras, o que se sabe somente é que o Big Ben vai estar pronto, no decorrer do ano de 2021.

O responsável por esse famoso monumento, Steve Jaggs, informou que o silêncio do relógio será um diferencial nesse projeto da sua manutenção, já que ele terá a honra de cuidar dessa peça da engenharia da época vitoriana, para que ela esteja em ótimas condições a cada dia, durante esse reparo.

Essas obras visam em primeiro lugar, a proteção do relógio em um período a longo prazo, e também preservar o local onde ele fica, que é a  Torre Elizabeth , disse Jaggs. O público está sendo convidado para ouvir as últimas badaladas dele no dia 21, se concentrando na Praça do Parlamento.

Os reparos e as restaurações serão feitos na esfera do Big Ben e em seu mecanismo, além das campainhas e na estrutura da torre, que tem 96 metros de altura, e que foi construída no ano de 1856. Um elevador também vai ser instalado, para que facilite a subida dos seus 334 degraus, até o ponto mais alto da torre.

O seu sino tem um peso de 13,7 toneladas e toca de hora em hora. Existem outros quatro sinos, que tocam a cada quinze minutos.

Durante toda a existência do relógio, ele trabalhou praticamente sem interrupções, somente parando por duas vezes, para que fossem feitas manutenções e pequenas restaurações, em 1983-85 e em 2007.

O nome desse relógio é uma referência principalmente ao sino maior dele, mas de um modo geral, o nome Big Ben é dado ao monumento todo, formado pela torre e pelo relógio.

 

Crise faz com que cresça o número de pequenos empreendedores no Brasil

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Devido à crise financeira que o Brasil vem enfrentando nos últimos anos, alguns brasileiros desempregados têm buscado alternativas, como abrir um pequeno negócio.

De acordo com o Sebrae, cerca de 11 milhões de empresas foram criadas por necessidade nos últimos 3 anos.

Esse empreendedorismo por necessidade, que estava em queda nos períodos de economia estável, tem crescido cada vez mais. Portanto o número não se refere às pessoas que abriram negócios porque queriam, mas sim àquelas que abriram por uma questão de necessidade, por estarem desempregadas e com dificuldades em se recolocar no mercado de trabalho.

O número saltou de 20% em 2014 para 43% em 2015, e se manteve estável em 2016, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae.

Ainda segundo esse estudo, dos 48,2 milhões de empreendedores no país em 2016, 26,2 tinham iniciado seus negócios há cerca de 3 anos e meio. Esse número aumentou junto com o desemprego, o que mostra a relação entre as duas coisas.

A maioria dessas empresas estão classificadas como MEI, ou seja, elas pertencem a microempreendedores individuais ou pequenos empresários.

O IBGE apontou que no primeiro trimestre de 2017 havia cerca de 14 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho. Em junho desse ano o número caiu para 13,5 milhões, porém, houve um aumento de trabalhos informais.

Sobre o MEI: o MEI é um profissional que fornece serviços com investimento inicial baixo e que dependem apenas da atuação do empreendedor. A maioria não demanda ponto comercial e nem despesas com maquinários e tecnologias caras. Muitas pessoas, inclusive, utilizam parte de suas indenizações para abrir o negócio, que muitas vezes funciona na própria residência.

Entre janeiro e maio de 2017 foram abertas cerca de 955 mil empresas e dessas, mais de 79% referiam-se às MEIs, de acordo com o Serasa. Para comparar, em 2013 o número estava em 42%.

O Sebrae, porém, alerta para a importância de fazer o negócio vingar. Segundo ele, 23% das empresas fecham nos 2 primeiros anos de atuação. Por isso é essencial um bom planejamento e muito trabalho.