Atari lança novo videogame e fãs ficam sabendo por e-mail

 

De acordo com a empresa, o novo console vai contar com games clássicos mas também alguns títulos bem recentes. Na caminhada de outras empresas bem sucedidas do universo do videogame, a Atari decidiu também lançar uma versão mais moderna e atualizada de seu console. Normalmente essas versões recebem o apelido de box. O novo console do Atari, recebeu o nome de Ataribox.

A novidade foi publicada pela própria empresa em uma forma de marketing de e-mail enviado aos inúmeros fãs da marca que recebem noticias do próprio site da Atari. Os e-mails foram enviados já nessa segunda-feira de manhã (dia 17. Apesar do grande alvoroço que existe em torno dessa noticia, a verdade é que a marca não deu muitas informações sobre a funcionalidade do novo console. Tudo que os fãs e a empresa conhecem sobre o novo projeto até o momento é o seu design enviado em foto no próprio e-mail fornecido pela Atari.

Como a notícia ainda é bastante recente ainda não se sabe quanto vai custar o console. Tudo que se sabe é que a Atari lança um novo videogame player para entrar no mercado contemporâneo e conseguir competir com as empresas mais lucrativas desse mercado no momento.

Um console moderno,, nos dias de hoje é capaz de ter acesso wifi, e por isso tem mais funcionalidades do que somente jogar games. Possui normalmente uma memoria extensa que permite o arquivamento de mais do que alguns poucos míseros jogos.

Além dessas opções cada marca possui suas particularidades. Pensando nisso pode-se explicar um pouco desse mistério da marca em relação ao seu novo console, afinal de contas, obviamente vai ser necessário desenvolver um software a altura para competir no mercado atual.

O novo console é bastante inspirado no design clássico do Atari 2600. Esse modelo começou a ser novamente vendido no Brasil esse ano.

Atari

A Atari é a empresa principal responsável pela popularização dos videogames pelo mundo todo ainda nos anos 80. Durante os anos 90 com os avanços tecnológicos a marca conseguiu crescer substancialmente.

A marca começou produzindo jogos de arcade, febre nos anos 70 e 80 principalmente nos Estados Unidos e no Japão. Essa tecnologia começou a fazer mais sucesso no Brasil nos anos 90.

A marca não conseguiu competir com as principais empresas atualmente e acabou sendo vendida para a Infogrames em 2001.

Conheça os malefícios do banho muito quente

Resultado de imagem para banho quente

Com a chegada do frio, é comum que as pessoas prefiram tomar banhos quentes, mas o que muitos não sabem, é que essa prática pode fazer mal se a temperatura da água estiver quente demais.

De acordo com os dermatologistas, o banho muito quente provoca danos para a saúde e para a aparência física. A seguir, estão as principais consequências que a água quente pode causar.

  1. Cabelo e rosto mais oleosos

Entre os malefícios do banho quente, ele tem o poder de estimular as glândulas sebáceas, o que faz com que estas produzam mais oleosidade no couro cabeludo e também no rosto, que são as regiões em que essas glândulas existem em maior quantidade e permanecem mais ativas.

  1. Provoca queda de cabelo

Quando a água quente estimula as glândulas sebáceas, outra consequência negativa é o aparecimento de uma doença de pele bastante comum, a dermatite seborreica. Entre os sintomas dessa condição, estão manchas vermelhas por vários pontos da pele, e também no couro cabeludo, o que causa uma queda de cabelo acima do normal.

  1. Origina caspas

A dermatite seborreica também causa o aparecimento de caspas no cabelo, o que por sua vez, causa diversos incômodos e em alguns casos, coceira na região no couro cabeludo.

  1. Cabelo ressecado e sem brilho

Apesar do banho quente aumentar a oleosidade na raiz dos fios, ele provoca o ressecamento das pontas, o que faz com que o cabelo pareça sem vida e desidratado.

Além disso, ele influencia no brilho do cabelo, fazendo com que os fios fiquem menos macios e percam o aspecto sedoso e brilhante.

  1. Pele mais áspera

Ainda que em menor escala, o corpo ao entrar em contato com a água quente demais também perde parte de sua oleosidade natural, o que o torna mais ressecado. Como consequência, a textura da pelo perde suavidade e se torna mais áspera.

  1. Urticária

Por fim, um dos maiores malefícios do banho muito quente acontece com as pessoas que possuem algum grau de alergia à águas que estejam em temperaturas muito elevadas. Essa alergia provoca o surgimento da urticária, e nesse caso, um dos grandes problemas é o diagnóstico pois o próprio indivíduo não percebe que o seu problema está sendo causado pelo banho quente demais.

Para evitar esses malefícios ou ao menos amenizá-los, a recomendação dos dermatologistas é tomar banho com água morna, algo que para algumas pessoas pode parecer muito difícil durante o inverno.

Sendo assim, os indivíduos que não conseguem tomar banho sem ser quente devem começar a tentar lavar o cabelo em uma temperatura menos elevada e também adquirir o hábito de molhar o corpo com uma rápida ducha mais fria antes de encerrar o banho.

Águas brasileiras estão contaminadas com microplásticos

As garrafas PET, embalagens de alimentos, e sacolinhas de mercado, não são mais as únicas preocupações dos habitantes marinhos, agora existe um outro mal ainda mais prejudicial, o microplástico. Com um tamanho menor que 5 milímetros, os microplásticos conseguem poluir oceanos e rios de todo o mundo, até mesmo nos lugares mais escondidos.

Cientistas do “Departamento de Ciências do Mar” da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo, concluíram em parceria com pesquisadores de outras instituições fora e dentro do país, que os microplásticos também aparecem nos rios e nas praias brasileiras.

Além disso, os pesquisadores conseguiram observar que alguns peixes brasileiros estão contaminados com a poluição do mciroplástico. Segundo os pesquisadores, essas espécies acabam por ingerir o microplástico instintivamente, ocasionando uma grande contaminação desses animais e de outros que se alimentam deles, inclusive os seres humanos.

O estudo foi coordenado por Luiz Felipe Mendes de Gusmão, e pela FAPESP. Os resultados foram publicados pela revista “Envionmental Pollution“, revelam uma grande preocupação devido as águas brasileiras.

Gusmão disse: “Temos observado a poluição generalizada por microplásticos tanto de ecossistemas marinhos como de ambientes de água doce”. Segundo o pesquisador, outros resíduos plásticos maiores como as garrafas PET e as sacolinhas, são facilmente encontrados e retirados das águas. Já no caso do microplástico até mesmo a observação é praticamente impossível a olho nu. A remoção é ainda mais difícil.

Gusmão explica: “Os microplásticos que entram em um ambiente de água doce são transportados, via os rios, até os oceanos. E quando chegam aos oceanos esses fragmentos de plásticos, eles são transportados por correntes marinhas e tendem a ficar em suspensão na coluna d’água ou encalharem em praias”.

Gusmão relatou que após verificar essa ocorrência de poluição por microplásticos em rios e oceanos de todo o mundo, ele resolveu buscar mais informações de como estavam as águas brasileiras. Foi quando em parceria com colaboradores brasileiros e do exterior, eles descobriram que os ambientes aquáticos do país também tinham sido contaminados por esse novo poluente.

Os pesquisadores afirmaram que os primeiros locais a demonstrarem a contaminação foram as praias de Paranapuã e Itaquidantuva, as duas localizadas na reserva ambiental chamada de Xixová-Japuí, na baixada santista, em São Paulo.

Para chegarem a esses resultados, os pesquisadores tiveram que coletar durante um ano inteiro, amostras de toxidade das águas semanalmente. Segundo os pesquisadores, nas águas foram encontrados pellets de plásticos, um plástico em grânulos com diâmetro menor que 20 milímetros, muito comumente usado na fabricação de diversos produtos plásticos.

As análises apontaram que as águas estavam altamente contaminadas com esse tipo de microplástico. Gusmão afirmou: “Observamos pellets de plástico, de diferentes cores e tamanhos, se acumulando na praia de Paranapuã o ano inteiro. Em alguns momentos, as praias ficavam cheias desses microplásticos, e em outros momentos eles sumiam temporariamente em razão de fatores como a circulação oceânica, as ondas e o regime de ventos”.

 

Expo LUG Brasil no Catarina Fashion Outlet, da JHFS

Gosta de Lego? Então fique atento, pois começou no dia 8 de julho no Catarina Fashion Outlet – primeiro outlet concebido, desenvolvido e implantado pela JHSF Participações – a Expo LUG Brasil. Trata-se de uma mostra que reúne diversos cenários totalmente compostos a partir das peças Lego, construídos por membros da comunidade LEGO Users Group Brasil (LUG Brasil). Entre os temas que serão expostos estão Tecnologia, Star Wars, Castelo, Cultura Pop e Cidade. O evento é gratuito, acontece por todo o mês de julho, das 12h às 18h, e encerra dia 30.

Em paralelo à exposição, também será promovida a oficina nomeada “LUG”. Nela, crianças e adultos terão a oportunidade de se divertir com a as peças Lego e de testar sua criatividade e habilidade – eles terão à disposição os clássicos blocos Lego e os respectivos gabaritos para a montagem, seguindo o modelo original.

A oficina, que também é franca, estará aberta durante todos os dias de evento, e receberá grupos de até 12 pessoas. As inscrições podem ser feitas no local, com os monitores. Os grupos serão chamados de acordo com a disponibilidade de vagas ao longo da programação.

Evento – Exposição e oficina LUG Brasil com a LEGO®

Local: Catarina Fashion Outlet que fica na AV. MAGALHÃES DE CASTRO, 4.800, CIDADE JARDIM, SÃO PAULO – SP

Data: 8 a 30 de julho de 2017

Horário Das 12h às 18h

Entrada gratuita

LEGO Users Group Brasil

Trata-se de uma comunidade fundada em 25 de janeiro de 2008 que reúne os apaixonados por Lego, com o objetivo de trocar experiências sobre o hobby com o brinquedo, bem como suas diversas possibilidades e temas.

Nos fóruns de discussões do grupo existem mais de 2.800 membros de quase todos os estados do Brasil – bem como, a participação de membros de outros países da América do Sul e Europa.

A JHSF e o Catarina Fashion Outlet

A JHSF Participações é uma empresa brasileira que opera nos setores de shopping centers, incorporação imobiliária, hotelaria e gastronomia. A sua área principal de atuação e investimento é o segmento de alta renda, em especial as atividades de renda recorrente – que incluem a exploração de shopping centers, um aeroporto e hotéis, além dos projetos imobiliários.

Com o nome inicial de JHS Construção e Planejamento Ltda, a empresa foi fundada em 1972, em São Paulo, pelos irmãos Fábio Auriemo e José Roberto Auriemo, além de mais dois sócios. Em 1990, a companhia passou por uma cisão e Fábio Auriemo tornou-se o único acionista do empreendimento – que então assumiu o nome JHSF.

Em 18 de outubro de 2014 a companhia inaugurou em São Paulo o Catarina Fashion Outlet – que, após um ano, contou com sua primeira expansão de empreendimento.  Atualmente são 105 lojas no local. O Catarina Fashion Outlet da JHSF é, ainda, uma boa opção de lazer – ele reúne ótimas opções de gastronomia e uma infraestrutura completa para quem quer se divertir com a família e amigos.

Serasa diz que atividade econômica cresceu 0,2% nos primeiros meses de 2017

Resultado de imagem para crescimento atividade economica

O indicador de Atividade Econômica do Serasa Experian, revelou que a economia finalmente voltou a crescer no início do segundo trimestre desse ano. Segundo os novos dados, o crescimento foi de 0,2% no mês de abril em comparação com o mês de março, isso tudo com o ajuste sazonal.

No mês de março, o crescimento foi de 0,1%, usando a mesma base de comparação. Em comparação do mesmo mês em 2016, o indicador da Serasa mostrou que o PIB mensal teve uma retração de 0,2%. E a retração se estendeu por 0,3% no acumulo anual em 2016, e em 2% no total de 12 meses.

Os economistas que realizaram as pesquisas divulgadas pelo Serasa, revelaram sobre o avanço:

“O segundo trimestre deste ano abriu com a atividade econômica em alta, na esteira do bom desempenho do primeiro trimestre, impulsionada pela tendência de queda da inflação e das taxas de juros, bem como do ligeiro aumento do grau de confiança tanto dos consumidores quanto das empresas”, dizem os economistas.

Segundo os economistas que avaliaram os setores econômicos brasileiros, a alta no crescimento pode ter sido impulsionada por alguns fatores determinantes como a própria queda da inflação, que consequentemente faz com que mais consumidores voltem a comprar.

No caso da oferta, os indicadores mostraram que o mês de abril teve um aumento em alguns setores: atividade industrial chegou a um aumento de 0,8%, e o setor de serviços aumentou em 0,3%. O setor de agropecuária que vinha crescendo fortemente no primeiro trimestre desse ano, teve uma queda de 0,4% no mês de abril.

A demanda teve a orientação de algumas margens bastante importantes: a alta nas exportações em 1,3%, nos investimentos em 0,9%, e no consumo das famílias em 0,3%. Os setores econômicos seguiram esses limiares para equilibrar seus produtos e serviços ofertados. Somente o governo que passou a diminuir o consumo em 0,7% nos produtos brasileiros, e passou a importar mais produtos estrangeiros, chegando a um total de 1,2% de aumento nas importações.

Mesmo com uma retração no mês de abril, o setor agropecuário continua em forte expansão, alcançando os 15,8% nos primeiros quatro meses do ano. Em comparação ao mesmo período, a indústria e os setores de serviços vem acumulando fortes quedas em torno de 1,8% e 1,6%, respectivamente.

Usando essa comparação, os indicadores mostraram que alguns componentes da demanda tiveram quedas expressivas. O consumo das famílias diminuiu em 1,6%, o consumo do governo teve queda em 1,7%, investimentos diminuíram em 4,5% e as exportações diminuíram em 0,2%. No caso das importações, que prejudicam ainda mais o PIB brasileiro, houve um aumento de 6,6% com relação aos mesmos meses em 2016.

Mesmo com os dados de queda, o Serasa ainda afirma que o mês de abril deu os primeiros passos para a retomada da economia.

 

Veja também: Como um país paradisíaco como a Venezuela está falido

Vida vegetal na Antártida surpreende cientistas

Segundo artigo publicado por cientistas britânicos no periódico Currenty Biology, o aquecimento global está provocando o aumento da quantidade de plantas no continente antártico. Na inóspita região a quantidade de vegetais é escassa, contudo, os especialistas analisaram a atividade biológica de cinco tipos de musgos e constaram um considerável incremento – de quatro a cinco vezes – nas últimas cinco décadas.

Ainda que aparente ser uma boa notícia, pois o crescimento de áreas verdes conservadas são almejadas nas regiões intertropicais do planeta, este fato, infelizmente, não pode ser aplicado à Antártida. De acordo com os pesquisadores, a descoberta evidencia um preocupante aumento da temperatura na região, o que pode vir a afetar todo o ecossistema do continente.

Conforme relata o paleoclimatologista e líder da pesquisa, Dr. Matt Amesbury, professor da Universidade Exeter, na Inglaterra, “Os aumentos de temperatura durante metade do século passado na Península Antártida tiveram um efeito dramático sobre os bancos de musgo que crescem na região”. Ainda segundo o cientista, “Se isso continuar, e com quantidades crescentes de terra livre de gelo do retiro contínuo da geleira, a Península Antártida será um lugar muito mais verde no futuro”, conclui.

Pouca vida no continente

Encontrar vida vegetal na Antártida é um missão complicada – apenas 0,3% da superfície do continente abriga plantas. Contudo, musgos são ótimos colonizadores, podendo se adaptar com certa facilidade a variados tipos de clima. Aqueles que são encontrados (bem preservados) em sedimentos, proporcionam aos pesquisadores um meio de investigar como o crescimento da vida vegetal responde a transformação climática do continente.

Ao todo, o estudo recém-divulgado investigou cinco amostras de diferentes espécies de musgos, encontradas em três zonas distintas, perfazendo uma área de 1000 quilômetros quadrados. A partir das informações reveladas nos exemplares estudados, o time de pesquisadores puderam examinar o contexto climático do último século.

Dentre as informações analisadas estão a abundância de musgos, as taxas de crescimento, a dimensão das populações de microrganismos e os índices de variadas formas de carbono nos vegetais – esta última revela as condições do clima para elaboração de fotossíntese em um determinado período de tempo.

As respostas encontradas indicam de forma clara “pontos de mudança” – épocas em que houve uma maior atividade da vida vegetal – da primeira metade do século passado até os dias atuais. De acordo com outro cientista participante da pesquisa e também professor da Universidade de Exeter, Dan Charman, “A sensibilidade do crescimento do musgo aos aumentos da temperatura no passado sugere que os ecossistemas vão mudar rapidamente sob aquecimentos futuros, levando a maiores alterações na biologia e nas paisagens desta região icônica”,expõe.

Os resultados corroboram as constatações de outro estudo, publicado quatro anos atrás e conduzido pelo mesmo time de cientistas, que verificava a ocorrência de musgos residentes em regiões mais meridionais da Ilha de Alexander, porção oeste da Península Antártida. Nas próximas incursões, os especialistas esperam analisar amostras de milhares de anos atrás para medir como a mudança do clima alterou a biodiversidade após o aquecimento provocado pelo ser humano.

 

 

Ricardo Tosto noticia sobre decisão do STF acerca da inclusão do ICMS no PIS e COFINS

Após uma espera de cerca de 15 anos, o Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de julgar recentemente um assunto de grande interesse nacional, o RE 574.706/PR, no qual ficou decidido de acordo com a maioria dos votos que é inconstitucional a inclusão do ICMS para a base do cálculo do PIS (Programa de Integração Social) e da COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), noticia o advogado Ricardo Tosto, sócio do escritório Leite, Tosto e Barros.

Devido ao fato do Supremo Tribunal Federal ter chegado a essa decisão na condição de recurso extraordinário, e levando-se em conta a repercussão geral, isso deverá afetar diretamente milhões de contribuintes, cita Ricardo Tosto. Contudo, ainda não é possível definir de qual maneira os contribuintes serão afetados pois possivelmente existem várias formas distintas oriundas dos efeitos dessa decisão judicial.

Em um primeiro momento, os contribuintes que já tinham ajuizado medidas judiciais com o intuito de impedir a inclusão do ICMS para a base do cálculo do PIS e da COFINS e receber uma compensação pelos valores já pagos por conta dessa inclusão, irão ter os seus recursos atendidos de acordo com essa decisão tomada recentemente pela Suprema Corte, reporta o advogado Ricardo Tosto. Em relação a compensação dos valores pagos, os contribuintes precisarão esperar o trânsito em julgamento da decisão judicial, seguindo o que está definido no artigo 170 – A do Código Tributário Nacional.

Já no que diz respeito aos contribuintes que ainda não tinham ajuizado uma ação judicial relativa a essa questão, não é possível ter certeza se estes só poderão exigir do Poder Judiciário esse reconhecimento de não incluir o ICMS como base no cálculo do PIS e da COFINS a partir de agora, ou se, por outro lado, seria possível que eles também realizem um pleito pela compensação desse pagamento indevido. Até o momento, também não se sabe quais serão os termos iniciais de vigência dessa decisão, a qual é vista como um marco importante para resolver outras ações judiciais relacionadas a esse assunto, informa o advogado Ricardo Tosto.

Em relação e esse aspecto, é importante destacar que, após o julgamento, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional ressaltou que irá recorrer ao STF, através de embargos declaratórios, para solicitar que a “modulação” dos efeitos dessa decisão entrem em vigência apenas a partir do ano de 2018, com a argumentação de que, caso não seja adotada essa restrição, a União terá um prejuízo que ultrapassa a margem dos R$ 100 bilhões, em referência ao que será perdido nesse ano, ao que precisará ser compensado pelas cobranças indevidas e também pela perda futura na arrecadação, a qual as estimativas garantem ser de aproximadamente R$ 20 bilhões por ano.

Desse modo, apenas após terem julgado de forma definitiva essa questão da modulação dos efeitos é que se tornará possível definir corretamente quais serão os impactos dessa decisão e de que maneira ela irá afetar a vida dos contribuintes a partir de agora, noticia o advogado Ricardo Tosto, do escritório Leite, Tosto e Barros.

Hemocentros sofrem com a falta de sangue no inverno

Por causa da diminuição nas temperaturas e das férias escolares em julho, os hemocentros de todo o Brasil sofrem com uma diminuição significativa no estoque de sangue durante a temporada de inverno. O frio faz com que os hemocentros reduzam seus estoques de sangue em até 30%, comparado aos períodos de calor do ano. Isso porque as pessoas ficam mais desmotivadas a saírem de casa nos dias de inverno, e consequentemente, os hemocentros acabam ficando sem doadores.

 

No caso das férias escolares em julho, os hemocentros têm uma redução no estoque de sangue devido a um maior número de acidentes de trânsito que são bastante comuns nesse período. Isso faz com que a demanda de transfusões de sangue aumente significativamente. Essa demanda consegue ser suprida, no entanto, alguns tipos sanguíneos acabam chegando a níveis bastante críticos.

O sangue mais procurado entre os hemocentros continua sendo o sangue O-. Esse tipo sanguíneo bastante raro, também é muito útil em situações de emergência, pois ele é compatível com todos os tipos sanguíneos, sendo assim, ele é infundido nos momentos de maior urgência quando não dá nem para fazer um exame de sangue. Os doadores de sangue O- são considerados doadores universais, porque ele pode ser infundido em qualquer pessoa sem o perigo da rejeição do corpo.

Por isso, o tipo de sangue O- é o mais procurado pelos hospitais, principalmente os que atendem pronto socorro. O problema é que apenas 7% dos brasileiros são doadores universais, o que gera uma escassez grande desse tipo sanguíneo. Sem a doação desses doadores, os hemocentros ficam sem o tipo de sangue mais usado. Além disso, quem tem o tipo sanguíneo O-, tem mais dificuldade em receber transfusões, pois só podem receber o mesmo tipo de sangue.

O sangue O- não é o tipo sanguíneo mais raro, mas sua importância faz com que ele seja o mais requisitado. No entanto, outros tipos sanguíneos apresentam raridades ainda maiores, como o AB-, que soma apenas 1% da população brasileira. Em seguida vem dois tipos também bastante raros, o B- com 2%, e o AB+ com 3% da população. O AB+ possui a peculiaridade de ser um receptor universal, o que é o oposto do O-. Do mais raro para o mais comum, ainda tem o A- com 6%, e o B+ com 9%.

Os tipos mais comuns são o A+ e o O+. Esses dois tipos sanguíneos representam cerca de 36 e 37% da população brasileira, respectivamente. Mesmo eles sendo bastante comuns, eles ainda são bastante úteis nos hemocentros. Da mesma forma como eles representam um grande percentual na população brasileira, eles também representam uma grande parte da demanda de sangue nos hospitais.

 

O fato deles serem tão comuns não fazem com que os estoques do hemocentro fiquem cheios, muito pelo contrário, a Fundação Pró-Sangue de São Paulo, passa atualmente por uma escassez muito grande desses dois tipos sanguíneos. Por isso que a doação é fundamental independentemente do tipo sanguíneo do doador.