Como tem evoluído o empreendedorismo digital no Brasil

Quais as novas profissões do mundo digital? Como aproveitar a tecnologia para multiplicar os lucros? Um grupo de brasileiros empreendedores podem responder a essas perguntas, e mostrar para todos os empreendedores e para aqueles que almejam ser, os caminhos digitais para um bom negócio.

Quem tem mais de 30 anos, irá se lembrar de um jogo chamado “Game Boy”. Também já ouviu muita música gravada em fitas cassete. Agora os aparelhos são outros, bem mais sofisticados e modernos. Na mesa de trabalho, o analista de sistemas Daniel Bordini, abriu uma loja “dentro” do computador. Ele importa da China capas de celulares com temas antigos, como o tema “Game Boy” e fita cassete, e vende pelas redes sociais. Começou há pouco tempo e já está cheio de encomendas. Ele espera o dia que a moda vai virar febre, e ele vai vender muito mais.

“Espero criar mais anúncios nas redes sociais para alavancar cada vez mais. As redes sociais têm milhões de pessoas e sempre tem alguém querendo um produto diferenciado”, diz Daniel. A aposta de vender pela internet precisou de menos investimento e atinge um público muito maior do que se ele abrisse uma loja física em qualquer região.

Uma loja em que não se paga aluguel, que o empreendedor não precisa enfrentar trânsito para ir trabalhar, na verdade ele não precisa nem sair de casa em um dia chuvoso e frio. Mas principalmente, por ter um público que cresce e compra até no feriado, as compras podem ser realizadas 24 horas por dia, 7 dias por semana e em qualquer país ou região do planeta que se esteja conectado. Muitos empresários já descobriram que esse tipo de loja é virtual sim, mas gera uma receita muito grande se souber administrar essa grande possibilidade de negócio.

Tem muita gente de olho nessa chance. O empresário de e-commerce, Rafael Barbolo, abriu uma empresa que ajuda a desenvolver negócios eletrônicos (e-commerce/startup). Ele tinha 5 clientes no começo, um mês depois 100 clientes e hoje em dia, Rafael tem mais de 2000 mil clientes e o valor total das vendas dobra toda semana. Todo mundo está muito feliz, principalmente porque ninguém paga nada para usar a plataforma que ele oferece para vender nas redes sociais.

“Nós gostamos muito de dinheiro, mas nós acreditamos que o poder da internet para crescer, quando você oferece uma solução gratuita, é muito grande. Então nós optamos por fazer totalmente gratuito agora e pensar em ganhar grandes quantidades de dinheiro a médio e longo prazo como já vem acontecendo”, diz Rafael.

As empresárias Valéria Drummond e Viviane Rosa, usam essas ferramentas. Elas fabricam sapatos e acessórios artesanais e exclusivos. Todas as peças têm foto na página da internet, que já recebeu 2000 visitas em um único dia. “Pra nós de certa forma é gratuito, eu não tenho gastos com isso. É o marketing que se faz por si só”, diz Viviane.

Elas já são experientes no e-commerce. Ainda mantêm uma loja física em um shopping, mas garantem que nos primeiros 4 meses de loja e-commerce, a diferença no aumento dos lucros foi grande. “Nós percebemos que a venda gerada pela internet, cresce com uma velocidade muito grande”, diz Valéria.

Atualmente, mais de 80 milhões de brasileiros tem acesso à internet através de um tablet, notebook ou smartphone. O Brasil só fica atrás dos Estados Unidos e China com relação ao número de usuários online. É um mercado com grandes perspectivas de empreendedorismo.

Saiba mais sobre empreendedorismo digital.

 

Mullen Lowe Brasil de José Henrique Borghi conquista novas contas em 2017

A agência Mullen Lowe Brasil anunciou recentemente a conquista de cinco novas contas que foram firmadas no decorrer dos últimos meses pela empresa. Entre as novas marcas parceiras da agência estão a Hammerite, Harley-Davidson, Coral, Sparlack e Casa & Vídeo. A rede varejista Casa & Vídeo já havia sido cliente da Mullen Lowe há alguns anos, e agora optou por retomar a parceria de sucesso com a agência.

Segundo André Gomes, co-CEO da Mullen Lowe Brasil, o início de 2017 tem se destacado como um período excelente para a agência. De acordo com o publicitário, as novas parcerias firmadas pela empresa demonstram como esses primeiros meses do ano estão sendo positivos e produtivos para a agência, que além de expandir a sua participação em novas áreas do mercado publicitário, ainda fechou parcerias com marcas de grande relevância entre os consumidores brasileiros.

Para o publicitário José Henrique Borghi, co-CEO da Mullen Lowe Brasil, por sua vez, ter a chance de desenvolver projetos em parceria com essas novas marcas irá ser uma ótima oportunidade para melhorar o desempenho criativo de toda a sua equipe que, de acordo com ele, está sempre atenta as inovações e apta para desenvolver ideias que estejam de acordo com as expectativas de cada cliente.

José Henrique Borghi nasceu no interior de São Paulo, no município de Presidente Prudente, e decidiu fazer o curso de Publicidade e Propaganda na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) após ter acompanhado a sua irmã em uma apresentação onde foram transmitidos os filmes publicitários ganhadores do prestigiado Festival de Cannes.

Após se formar, José Henrique Borghi iniciou a sua carreira na agência Standart Ogilvy, no ano de 1989, tendo trabalhado posteriormente em outros grandes escritórios como a FCB, Talent e DM9/DDB. Depois de adquirir a experiência necessária, ele optou por criar a sua própria agência, a qual foi fundada em parceria com o sócio Erh Ray.

Na carreira de José Henrique Borghi consta a ajuda que ele exerceu na criação de algumas ações publicitárias de grande sucesso no Brasil, como por exemplo, a campanha desenvolvida para a Parmalat que era estrelada pelos Mamíferos da Parmalat, um grupo de crianças pequenas fantasiadas como mamíferos de pelúcia, que encantaram os brasileiros com a sua doçura, sendo lembrados até os dias de hoje por isso.

Mais um exemplo de enorme sucesso foi a campanha feita para a marca de temperos Sazón, conhecida como “É o amor”, pelo fato de utilizar a canção de mesmo nome da dupla sertaneja Zezé di Camargo & Luciano. Nessa ação foi feita uma brincadeira, ressaltando que ao utilizar os produtos da marca, se tornava impossível não se apaixonar por ela. A campanha funcionou como um divisor de águas para a Sazón, que depois disso se tornou muito mais conhecida em todo o país e precisou expandir a sua produção para dar conta da grande demanda pelos seus produtos.

Com tamanho sucesso, José Henrique Borghi é vencedor de 14 Leões do Festival de Cannes, 10 prêmios do The One Show, 7 prêmios do London Festival e 15 prêmios do Prêmio Abril de Publicidade, entre muitos outros.

 

 

Ganhe dinheiro em casa com o marketing digital

Trabalhar em casa e ser dono do próprio negócio. É isso que tem mobilizado a criatividade dos brasileiros que querem ganhar dinheiro na internet. Estima-se que a Web movimenta no país, algo em torno de R$ 50 bilhões por ano. Nessa montanha de dinheiro, está incluído a venda de conteúdos, como aula, por exemplo, comercialização de produtos e ganhos com anunciantes.

Nesta conta também está incluído o ganho dos bloggers, que são profissionais que produzem vídeos, postam no Youtube e lucram com isso. O maior canal de vídeos do planeta, paga conforme as visualizações, conforme um vídeo é visto, mais se ganha. Está busca pela fortuna estimula os mais diferentes profissionais, gente com talento para o humor, professores e técnicos com habilidades em frente as câmeras.

Eduardo Camargo, estudante de designer, nem imaginava, mas foi fazendo frases divertidas para a internet que ele começou a ganhar dinheiro. “Nada mais é do que o resultado de piadas internas que nós fazíamos entre nós mesmos”, diz Eduardo. Quase 1 milhão de pessoas já curtiram ou até mesmo compartilharam os posts engraçados da página de Eduardo.

“Foi quando nós vimos que dá para nós ganharmos que dá para ganhar alguma coisa”, explica Eduardo. A brincadeira virou oportunidade de negócio.

O humor também embala as aulas virtuais do professor de química Paulo Valim. Ele usa um jeito engraçado para ensinar uma matéria que muita gente tem dificuldade. “Foi muito bacana, primeiro porque teve um grande reconhecimento dos alunos na internet”, diz Paulo.

Paulo grava tudo com um celular no estúdio que montou na casa dele. Os vídeos do professor já tiveram mais de 1,5 milhão de acessos. Paulo tem aluno até fora do país. “Alunos de Angola que acessam o nosso site, assistem os vídeos para poder complementar o seus estudos”, explica Paulo. O serviço é pago e muito procurado por pessoas que não tem tempo nem dinheiro para bancar um cursinho preparatório para o vestibular.

Vender conteúdo pela internet pode ser muito lucrativo, pois a grande mercadoria é o conhecimento explica o especialista em marketing digital, Conrado Adolpho. “É você gravar uma vídeo aula, colocar no Youtube no não listado, sem aparecer para as pessoas e vender o acesso a essa vídeo aula. Coisa simples, e tem muitas pessoas ganhando dinheiro com isso”, explica Conrado.

Calcula-se que hoje, mais de 50 milhões de brasileiros usam a internet. O Brasil ocupa a terceira posição, só perde para os Estados Unidos e para o Japão. Com o brasileiro cada vez mais online, surgem muitas oportunidades de negócio e a criatividade é a marca do que bomba na rede.

“Cada vez mais a vida das pessoas se passam na internet, então por que não, oferecer além de entretenimento, fornecer conteúdo, fornecer algo construtivo, algo que vai agregar para essa pessoa”, diz o professor de química, Paulo.

 

Veja também: Como manter uma boa audiência com o marketing digital.

 

Trabalhar sentado aumenta a barriga e o risco de doenças cardiovasculares

Alimentação de fast food aliada ao sedentarismo, são as principais causas de obesidade e de muitas outras doenças, inclusive o câncer. Esse é um fato que a maioria das pessoas já sabem, hábitos sedentários contribuem para problemas sérios de saúde, dentre eles os problemas cardíacos como os mais comuns. No entanto, uma pesquisa desenvolvida pela Warwick University, foi mais longe e identificou de forma bem precisa o efeito de trabalhar sentado, ser refletido no tamanho da barriga.

A pesquisa feita pelo Dr. Willian Tigbe e sua equipe, analisou 111 voluntários que trabalhavam no serviço postal de Glasgow, a maior cidade da Escócia. Os voluntários tinham hábitos considerados saudáveis, não faziam uso de drogas como o tabaco e o álcool, e não tinham nenhum caso de doenças cardiovasculares ou de diabetes na família. Do total de voluntários, 55 deles trabalhavam com funções de escritório, e o restante trabalhava com entregas nas ruas. Sob a vigilância dos pesquisadores durante uma semana, no período que corresponde a setembro de 2006 e setembro de 2007, os participantes apresentaram diferenças contrastantes na circunferência do quadril.

A observação revelou que as pessoas que trabalhavam sentadas tinham uma circunferência média de quadril em torno de 97 cm. Já os participantes que tinham uma rotina mais ativa, que trabalhavam com entregas nas ruas, possuía uma média de 94 cm de circunferência de quadril. Além desse fator interessante, outro dado bastante importante revelou que os participantes que trabalhavam sentados, tinham um risco muito maior de sofrer ataques cardiovasculares, cerca de 2,2% de risco. Enquanto os outros participantes tinham 1,6% de risco em um período que corresponde a dez anos. O IMC (Índice de Massa Corporal), tinha quase um ponto a mais nos trabalhadores do escritório do que o restante dos voluntários, o que equivale a quase 3 kg de diferença.

Os pesquisadores concluíram que as consequências de trabalhar sentado se manifesta ao longo do tempo, ou seja, tendem a se acumular. Os dados reforçam que cinco horas diárias trabalhando sentado é aceitável, no entanto, a cada uma hora a mais que a pessoa permanece nessa posição, representa 2 cm a mais na circunferência do quadril, e o risco de desenvolver um problema cardiovascular aumenta para 0,2%.

O Dr. Tigbe revelou que para trabalhar sentado e exterminar o risco de problemas cardiovasculares, os trabalhadores devem ter hábitos diferentes dos trabalhadores que se movimentam bastante. Segundo ele, uma pessoa que trabalha sentada teria que andar de 11 a 12 km todos os dias, ou permanecer sete horas todos os dias de pé para equilibrar a quantidade de horas sentada. São hábitos quase inalcançáveis para a maioria das pessoas. No entanto, os dados são preocupantes e mostram um problema atual que cerca muitas pessoas em todo o mundo.

 

Veja também: 10 benefícios dos exercícios físicos à saúde.

 

Luciana Lóssio e outros ministros votaram contra o pedido de indeferimento de Taborell

Pery Taborell foi candidato a prefeito pelo PSC em Várzea Grande (MS), nas eleições de 2016. Contudo, sua tentativa de chegar ao cargo de prefeito foi tumultuada e decidida apenas pelo Pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que negou a solicitação dos adversários políticos para que sua candidatura fosse suspensa.

A relatora da ação que definiu a situação do candidato, foi a ministra do TSE, Luciana Lóssio, que reforçou o indeferimento do pedido na primeira instância de Várzea Grande e no TRE (MS).

A decisão da ministra acompanhou o ministro e corregedor do TSE, Herman Benjamin, que já havia negado este pedido. Outros ministros que participaram da ação, foram Gilmar Mendes, Rosa Weber, Luiz Fux, Napoleão Nunes Maia Filho e Henrique Neves da Silva, sendo todos votantes contra a solicitação de indeferimento.

Após cuidadoso julgamento, o TSE permitiu então, por unanimidade, que o candidato do PSC mantivesse as possibilidades de participar da corrida eleitoral para a prefeitura de Várzea Grande.

A ação com o pedido de indeferimento da candidatura de Pery Taborell nasceu com a proposta de sua rival eleitoral, Lucimar Campos, candidata que acabou por ser reeleita. A prefeita tinha como intenção o acúmulo de ações em diferentes frentes para que as condenações trouxessem a impossibilidade de candidatura à Taborell.

Segundo os advogados defensores da coligação que entrou com a ação de impugnação da candidatura, as quatro exigências para que a ilegibilidade de um candidato ocorra não precisam estar em uma mesma ação judicial.

Segundo Luciana Lóssio, o argumento dos advogados que defendiam o indeferimento da candidatura de Pery Taborell, é de que, durante seu período como comandante da PM de Mato Grosso, foram apontadas diversas irregularidades que atentam à moralidade administrativa. Estas situações irregulares de Taborell resultaram em processos instaurados e condenações penais.

Os advogados da coligação do Partido Democratas apontaram processos diferentes para demonstrar que os quatros pontos exigidos para solicitar a impugnação. Estes pontos são: a condenação à suspensão dos direitos políticos do candidato com decisão do órgão colegiado por ato doloso de improbidade administrativa, que acabou por levar danos ao patrimônio público, levando Taborell ao enriquecimento ilícito.

Entretanto, a defesa do candidato alegou que a acusação não interpretou a lei corretamente. Para os advogados de Taborell, houve tentativa de pinçar, em diferentes ações, o acúmulo dos requisitos que são exigidos para que ocorra a inelegibilidade. Os requisitos devem estar presentes a cada decisão das ações.

Entendendo este argumento como item claro para que o julgamento fosse finalizado, tanto a ministra Luciana Lóssio, quanto os demais ministros, cumpriram a lei, permitindo a candidatura de Taborell.

A ministra Luciana Lóssio

Além de ministra, é também presidente do Conselho Nacional de Direitos Humanos e Presidente da Associação de Magistrados Eleitorais da Ibero-América – grupo que luta pela representatividade das mulheres no sistema político de países da América Latina.

Luciana Lóssio é uma das principais referências no Direito Eleitoral, atuando como Assessora Jurídica da Procuradoria Geral da República e em casos de grande importância para o cenário político no Brasil. Desde 2013 é membro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral.

 

Teste de qualidade identifica fraude em sete marcas de azeite

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Cada vez mais o povo brasileiro tem assistido às notícias sobre fraude alimentícia. A maior delas esse ano ficou por conta da carne estragada, no entanto, um teste de qualidade em azeites realizados pela Proteste, revelou que sete marcas do produto extravirgem não corresponde as normativas, portanto foram considerados fraude contra o consumidor. As marcas reprovadas apresentavam misturas na composição do produto, parte era composto por óleos vegetais, e parte por óleos de origem animal. Uma delas ainda constava a classificação errada no rótulo.

No final, sete das 24 marcas avaliadas, foram classificadas como fraudes, e uma delas foi classificada como “produto não indicado para compra”. As marcas analisadas que cometeram fraudes são: Pramesa, Figueira da Foz, Torre de Quintela, Lisboa e outras três que abriram uma liminar na Justiça para impedir a divulgação de seus nomes. A análise feita em laboratório revelou que as marcas citadas praticaram um crime contra o consumidor ao adicionar outros tipos de óleos na composição que deveria ser apenas de azeite extravirgem.

Além do ato de enganar o consumidor com um produto fraudulento, o azeite extravirgem (composto unicamente pela gordura da azeitona) que favorece a saúde em diversos aspectos, quando fraudado pode causar diversos problemas de saúde para o individuo que o consome. Essa prática mostra a falta de respeito com que essas empresas tratam os seus clientes, pois vendem um produto adulterado que é muito importante para a saúde.

Os responsáveis por fazer a análise das marcas foram: “Mapa – Ministério da Agricultura”, e “COI – Conselho Oleícola Internacional”. Eles constataram que as marcas fraudulentas são lampantes, ou seja, impróprios para o consumo humano. Esses azeites são usados mais comumente nas indústrias, pois sofrem processos químicos de aquecimento que tornam os azeites prejudiciais a saúde humana.

Outra marca acusada criminalmente por cometer fraude contra o cliente foi a Beirão. O azeite da marca apresentava a informação extravirgem no rótulo, no entanto, a análise revelou que o azeite tratava-se de apenas virgem. Por isso a marca foi classificada como não recomendada.

Outras avaliações sobre a composição de azeites vendidos nos mercados foi realizada nos anos de: 2002, 2007, 2009, 2013 e 2016. Essa é a sexta avaliação realizada sobre esses produtos. Na avaliação anterior, oito marcas foram reprovadas dentre as 20 analisadas. Neste ano, as marcas testadas foram: Borges, Beirão, Carrefour Discount, Broto Legal Báltico, Andorinha, Carbonell, Figueira da Foz, Cardeal, Filippo Berio, Cocinero, Gallo, La Violetera, O-Live, La Española, Qualitá, Renata, Pramesa, Taeq, Serrata, Torre de Quintela e Tradição. Ainda foram analisadas três outras marcas que impediram a divulgação de seus nomes.

Tirando as sete marcas reprovadas, todas as outras foram aprovadas por estarem dentro dos parâmetros avaliados. Dentre as marcas que tiveram bons resultados, a marca O-Live & CO, foi a que mais se classificou como “escolha certa” na avaliação, pelos critérios: qualidade e preço. Seguido das marcas Carbonell e Andorinha.

 

Veja também as marcas aprovadas e reprovadas na avaliação de 2016.

 

Snapchat está sendo clonado pelo Facebook?

Serviços similares e funções pegas emprestadas pela maior rede social ganharam destaque

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Quem está acostumado com o Snapchat conhece bem uma de suas funções que é o envio de imagens e vídeos efêmeros – se autodestroem em pouco tempo. Sucesso entre jovens, o app do fantasminha está sendo alvo de suposta clonagem, isso porque o Facebook também adotou a medida usando o mesmo nome de aplicativo: Stories, para IOS e Android.

 

E não é de hoje. Desde que o Snapchat foi lançado, ele e o Facebook parecem travar uma batalha sobre quem lança o melhor aplicativo no mercado – cada um com as suas particularidades -, visando atingir o seu maior público: Jovens. Segundo Brian Blau, vice-presidente de Pesquisas da Gartner, em entrevista ao G1, o recurso não era intuitivo para usuários maduros, mas o Facebook, focado em comunicações sociais, percebeu que serviços como o Snap poderiam ser uma ameaça, já que ganham escala.

 

A estratégia adotada pelo Facebook teve início em 2012

A batalha começou em setembro de 2011 com a chegada do Snapchat. No ano seguinte, o Facebook estreava o “Poke”, aplicativo que permitia o envio de fotos e vídeos que se expiravam em poucos minutos. Era dada a largada para o início da estratégia da maior rede social para não perder público jovem.

A partir daí, outros recursos do Snap foram parar na rede de Mark Zucherberg, tais como:

SLINGSHOT – Envio de imagens que sumiam após um tempo; O diferencial é que para ver a imagem enviada pelo amigo era necessário enviar outra.

BOLT – O aplicativo apareceu no Instagram, mas para cancelar o envio da imagem bastava chacoalhar o celular.

FLASH – Imagens e vídeos que somem após terem sido enviados por esse aplicativo de bate-papo.

Nem todos esses vingaram, como o Slingshot, por exemplo, mas o Instagram, em 2016, lançou o Stories e conquistou um grande público em cinco meses, o que o Snapchat angariou em anos. Para Kevin Systrom, um dos cofundadores do Instagram, Facebook não copiou o Snap, porque a questão é o que a empresa faz com o formato. O gerente de produtos do Facebook, Sachin Monga, concordou com Systrom e ainda acrescentou que as imagens efêmeras são só mais uma maneira de disseminar conteúdo.

“Nós devemos ser cuidadosos e não dar muito crédito ao Snapchat”, afirmou Raul Castanon-Martinez, analista da firma de pesquisa do 451 Research.

Para Castanon-Martinez, esses recursos trazidos do Snapchat poderiam muito bem estarem nos planos do Facebook, pois, segundo Brian Blau, quando um recurso está sendo desenhado, os arquitetos podem chegar a conclusões similares, mas sem chegar a uma definição de como apresentar a função. Ele deu o exemplo da linha do tempo do Facebook, formato replicado por outras mídias, e disse que a rede não inventou a ordem dos conteúdos baseada no tempo. A pergunta oculta por trás dessas palavras seria: A rede social não acusou ninguém de copiar seu recurso, por que agora acusam-na de clonagem?

Outros recursos foram “clonados” pelo Facebook, como o Lenses, do Snapchat, que aplica filtros animados nas imagens. No facebook, ganhou o nome de “Masquerede”.

 

A Heads Propaganda de Claudio Loureiro amplia e reforça a sua equipe em São Paulo

Devido a chegada de três novos clientes, a Heads Propaganda de Claudio Loureiro, resolveu reforçar a sua equipe, com isso, contratou oito novos profissionais para o seu escritório localizado em São Paulo. Os colaboradores são das seguintes áreas: criação, atendimento, mídia, e produção gráfica.

De acordo com o diretor-geral da Heads Propaganda de Claudio Loureiro em São Paulo, Erick Machado: “As novas contratações refletem o significativo crescimento da Heads em 2016 e as ótimas perspectivas para 2017, que já começou com as chegadas do Instituto Lojas Renner, Casa Claudia e Trousseau. Estamos muito motivados e otimistas para os próximos meses”. Dessa forma, a agência de propaganda do empresário Claudio Loureiro, investiu nessas contratações para conseguir atender ao aumento da demanda.

Segundo o Interactive Advertising Bureau (IAB), o mercado em publicidade digital irá crescer no país. De acordo com a entidade, estima-se que o investimento online tenha um crescimento de 26% em 2017, totalizando 14,8 bilhões de reais. A IAB, afirma que o investimento em publicidade digital representará ⅓ do total investido em publicidade no Brasil. A Heads de Claudio Loureiro, se prepara para conseguir aproveitar esse crescimento no mercado publicitário brasileiro.

Para a área de criação da Heads, foram contratados os seguintes profissionais: Diogo “Mono” Ramos, profissional que começou a sua carreira em 2007, como redator na W/Brasil. Depois disso, trabalhou na Full Jazz, Age (hoje McGarry Bowen) e Babel. Durante esse tempo, atendeu empresas como Adidas, Penalty, Garoto, Grendene, Faber-Castell, Even e ESPM. Rafael Consani, que possui 10 anos de experiência como DA e conhecimentos criativos em Trade, Promo e ATL. Trabalhou nas agências Energy Young, DPZ, Inova aatb e GP7. E Marcelo Maeda, que iniciou sua carreira na Master Publicidade, em 2007, após isso, passou por Eugenio e Age (hoje McGarry Bowen).

Para a área de atendimento, a Heads de Claudio Loureiro contratou os seguintes profissionais: Marcela Silveira, com mais de 19 anos de experiência em atendimento, com passagens pelas agências Carillo Pastore Euro RSCG, F/Nazca, Fischer e Geometry Global. Thalita Froes, que tem mais de 10 anos de experiência na área de atendimento, tendo trabalhado nas agências Geometry, Taterka e Rapp Collins World Wide.

Para a área de mídia, foram contratados os seguintes profissionais: João Ferraioli, com 11 anos de experiência em mídia. João Ferraioli trabalhou para clientes como: Carrefour, Visa, Serasa, P&G, entre outros. Tem experiência em campanhas regionais quanto nacionais, além disso, possui experiência em campanhas para mídias on e off. Simone Orlandi, possui 18 anos de experiência na área de mídia, tendo trabalhado na J. Walter Thompson Brasil, NBS e Leo Burnett. Também possui conhecimentos em campanhas para mídias online e off-line. Já atendeu clientes como Miller, Nestlé, Diageo e outros.

Já a área de produção gráfica da Heads, está nas mãos de Marcelo Santos, que conta com 28 anos de experiência em produção gráfica. Passou pela DPZ Propaganda, Rino Publicidade, Fischer, Rai Comunicação, Almap Digital, Brand Group, Geometry Global, entre outras. Marcelo Santos, coordena as etapas de finalização, pré-impressão e gráfica.

Através de uma breve análise de perfil de cada profissional, podemos concluir que a Heads do empresário Claudio Loureiro, investiu em profissionais da publicidade qualificados e com ampla experiência de mercado para atuar na agência.

Novas regras para os créditos rotativos prometem melhores condições de juros ao consumidor

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Passou a valer a partir do dia 3 de abril de 2017, a nova regra para quem tem dívida com cartão de crédito. O crédito rotativo, que tem os juros mais altos do mercado, só vai poder ser usados por 30 dias. O professor de finanças – IBMEC, Eduardo Coutinho, mostra seguindo um exemplo aplicado por ele, o que acontece com uma dívida de R$ 100 para quem só paga o valor mínimo:

A taxa média do rotativo do cartão de crédito em janeiro de 2017, foi de 486, 75% ao ano (a.a). 15,89% ao mês (a.m). Ao final do ano de 2017, os mesmos R$ 100 usados no exemplo, irão significar uma dívida de R$ 586, 75.

O cliente não poderá deixar essa bola de neve rolar por muito tempo, pois o Banco Central decidiu que o consumidor só pagará o valor mínimo usando o crédito rotativo uma vez, no mês seguinte já terá que quitar o valor total da fatura. Se não tiver dinheiro, o banco ou a empresa de cartão de crédito, terá que oferecer uma condição melhor para que ele poça pagar a dívida.

Os bancos já estão orientando os clientes sobre a mudança, com propostas de empréstimos com juros menores do que o do rotativo. O cliente também pode escolher outra instituição, para poder financiar o que deve no cartão de crédito.

O professor Coutinho diz que uma opção viável, é o crédito pessoal, que em média é metade dos juros do rotativo. Seguindo o mesmo exemplo citado acima, de um saldo devedor de R$ 100, em vez de pagar quase R$ 600 no rotativo, essa mesma dívida será de R$ 259, 38. Com a nova regra, o Banco central quer reduzir a inadimplência. Os clientes devem R$ 39 bilhões no rotativo dos cartões.

No caso das pessoas que estão acostumadas a pagar o total da fatura antes do vencimento, nada mudará com as novas regras implantadas. Só sentirá as mudanças os usuários que fazem uso do crédito rotativo e que dependerão de novas alternativas de pagamento, após terem utilizado o rotativo do cartão, terão que optar por uma alternativa melhor.

A curto prazo, os juros oferecidos pelos bancos serão menores do que nos créditos rotativos. Até então, não existe nenhuma definição sobre a taxa de juros pelo Banco Central. “Nossa expectativa é de que os clientes sejam levados a trocar o rotativo do cartão, cuja taxa está em 450% ao ano (15% ao mês), por uma modalidade de crédito parcelado, com juros na casa de 150% ao ano (8% ao mês)”, explica Roberto Vertamatti, diretor de economia da Associação dos Profissionais de Finanças (Anefac).

 

Veja como fugir do cartão de crédito e ainda economizar dinheiro.

Em pleno seu centenário, Jazz ainda é difícil de ser definido

Uma vez perguntaram a Louis Armstrong o que é Jazz, ele soltou uma gargalhada e disse: se você não sabe então nunca vai saber. Agora o Jazz esta comemorando cem anos com a maior contribuição da cultura negra no ocidente e o seu marco inicial é o lançamento em 1917 do disco “Livery Stable Blues” com a “Original Dixieland Jazz Band” do ítalo americano Dominic James LaRocca, mais conhecido como Nick laRocca, e formada só por músicos brancos.

LaRocca era um músico medíocre malandro de origem siciliana que se enturmou com os músicos negros de New Orleans e gravou o primeiro disco de Jazz, “Livery Stable Blues“, gravado em 26 de fevereiro de 1917 e liberado em 7 de março de 1917. Foi um escândalo, pois LaRocca foi acusado de imitador barato e plagiador, mas se dizia o Cristóvão Colombo do Jazz. E logo depois ele fez um verdadeiro sucesso com a música Tiger Rag que Louis Armstrong escreveu pra ele.

Criado por escravos africanos no final do século XIX na Luisiana, o Jazz se desenvolveu nos bares e bordéis de New Orleans e graças a gênios musicais como, Miles Davis, Charlie Parker, John Coltrane, o Jazz ganhou as salas de concertos e se tornou a maior conquista da cultura negra no ocidente no século XX.

Foi nos anos vinte, na era da proibição de bebidas alcoólicas e do gangsterismo, que o Jazz se tornou a trilha sonora de toda uma cultura americana. A nova música era fascinante e deslumbrante, permitia improvisações simples e complexas, invenções harmônicas e grande riqueza de solos de vários instrumentos musicais. Com os anos trinta veio a explosão do Swing ao Bebop, a era das Big Bands, as grandes damas do Jazz, Ella Fitzgeraund, Sarah Voughan, Billie Holiday, e depois o CowJazz de Stan Getz, uma verdadeira injeção de cultura afro-americana que reinou soberana até a metade do século passado.

O Jazz era muito popular nos EUA até que apareceu o Rock e suas vertentes, uma mistura de Blues com Country e que deu origem a um dos maiores gêneros musicais de todos os tempos. O Rock and Roll fez balançar o coração dos americanos e de quase todos ao redor do mundo, um cenário musical muito rico que contribuiu para o esquecimento e para o grande declínio do Jazz. A partir dai, o Jazz entrou em decadência vertiginosa e quase acabou, até que Miles Davis misturou o Rock com o Jazz e revolucionou o Jazz. Mas do que um gênero musical, o Jazz se transformou numa linguagem universal, integrado a música eletrônica, ao Rock and Roll, a música clássica, misturado ao Funk, ao Soul, ao Samba e aos ritmos africanos e orientais, o Jazz está cada vez mais vivo e mais difícil de definir.